Displasia cervical
DISMORFISMOS NO SISTEMA REPRODUTOR FEMININO. Displasia do colo do útero; Neoplasia intra-epitelial cervical; Cervical intraepithelial neoplasia; Cervix dysplasia. Descrita em 1954 por Geórgios Papanicolaou (1883-1962), citologista grego.
Sexo: 0M. Idade: Jovem. Adulto. De 25A-35A. Distribuição. Diagnóstico diferencial.
Epidemiologia: SEXO:. 0M. IDADE:. Jovem. Adulto. De 25A-35A. HISTÓRIA PESSOAL:. Doença pelo HIV, em 40%. . Pode ocorrer em mulheres a partir dos 15 anos, com maior incidência em mulheres entre 25 e 35A. O maior risco é associado a parceiros sexuais múltiplos, início precoce das atividades sexuais (menos de 18 anos de idade), gestação precoce (menos de 16 anos) e um histórico anterior de exposição a DES ou doenças sexualmente transmitidas, especialmente VPH (verrugas genitais), herpes genital, ou infecção por HIV. CLASSIFICAÇÃO: Displasia cervical leve. Displasia cervical moderada. Displasia cervical grave. Vai desde CIN 1 bem diferenciada (originariamente, displasia leve) à displasia/carcinoma in situ grave, CIN 3.
Clínica:
Laboratório: EXAME ginecológico:. Papanicolau em cada 6 meses. EXAME CITOLÓGICO (Papa Nicolau):. Positivo. COLPOSCOPIA:. Teste de Schiller, positivo. MORFO da vagina:. Positivo MORFO do colo do útero:. Microscopia do útero com condiloma plano viral, alterações nas camadas superficiais do epitélio, caracterizam-se por atipias nucleares (os núcleos ficam hipercromáticos e de forma e tamanho irregular, às vezes parecendo amassados), e halo claro em volta do núcleo (coilocitose (koilos = buraco)), O conjunto é designado atipias coilocitóticas, é frequente também a binucleação.
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