Aterosclerose das artérias coronarianas
COLESTEROSES | CIRCULATÓRIO: ATRESIAS, ESTENOSES, ESCLEROSES E OBSTRUÇÕES. Doença aterosclerótica do coração; Aterosclerose coronariana; Cadiopatia isquêmica; Doença coronariana; Doença de artéria coronária; Doença coronariana arteriosclerótica; Coronariopatia; Arteriosclerose coronária; Coronary arteriosclerosis; Coronary disease. Descrita por Leonardo da Vinci (1452-1519), cientista italiano.
Sexo: >M, 4x1. Idade: Meia-idade. Distribuição. Diagnóstico diferencial.
Epidemiologia: HISTÓRIA PESSOAL:. Hipertensão arterial sistêmica. Hiperlipidemia. Diabetes mellitus. Homocisteinemia. Infecção crônica. Hipoestrogenemia. Relação LDL/HDL >5. Hiperapolipoproteinemia. Hipertrigliceridemia. USO E COSTUMES: Sedentário. Tabagismo. HISTÓRIA FAMILIAR: Aterosclerose. PROGNÓSTICO: Ruptura da placa e nova cascata de eventos com trombose e/ou oculsão do vaso. Morte súbita. Taquicardia, após a digitalização.
Clínica:. Dispepsia.
Laboratório: IMUNO:. Proteína-C-reativa alta. CAT:. Extensão e localização do estreitamento. MORFO dos vasos:. Depósito de lipídeos sub-endotelial e macrófagos espumosos, migração de fibras musculares lisas, fibroblastos e calcificação da placa. PLASMA:. HDL aumentado, sinônimos, lipoproteína de alta densidade, alfa-lipoproteina, HDLc. MORFO da artéria coronariana:. Microscopia das artérias coronárias com aterosclerose, trombo em organização obstruindo a luz, há grande espessamento da parede arterial devido à presença de tecido fibroso denso na íntima, na íntima há também lípides (áreas claras) e um foco calcificado. Macroscopia das artérias coronárias com trombose, trombose do do ramo descendente anterior da artéria coronária esquerda; infarto da parede anterior do VE, parede do VE do lado esquerdo apresenta uma área de infarto que se estende até a ponta, a transição com o miocárdio normal logo acima é nítida:. o miocárdio normal é mais espesso e firme que o infartado, este sofreu redução de espessura devido à necrose e (presumivelmente) reabsorção do produto necrótico, a causa do infarto foi um trombo no ramo descendente anterior da artéria coronária esquerda, ainda visível in situ, a causa da trombose provavelmente foi aterosclerose coronariana. Macroscopia das artérias coronárias com aterosclerose, espessamento da íntima e uma placa de aterosclerose que tornou a luz da artéria excêntrica, o limite entre média e íntima está marcado por uma linha pontilhada, na placa notam-se lípides (aparecem como área vazia porque se dissolveram na preparação do material com álcool e xilol). Microscopia das artérias coronárias com cristais de colesterol, cristais com forma de agulha e uma vez dissolvidos deixam pequenas fendas no tecido. Microscopia das artérias coronárias com macrófagos, próximo ao colesterol há um pequeno grupo de macrófagos fagocitando lípides, o que torna seu citoplasma finamente espumoso. Artéria coronária apresentando espessamento fibroso de sua camada íntima contendo, de permeio, depósito de numerosos cristais de colesterol (vistos como imagem negativa, após sua dissolução durante a preparação da lâmina). O lúmen da artéria, já reduzido pelo processo aterosclerótico anterior, passa a ser ocluído pela instalação recente e superposta de um trombo (Obj: 10x). Conclusão:. Trombose arterial em vaso com aterosclerose coronariana.
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