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222 patologias com (ECG) em Laboratório

1- ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL ISQUÊMICO TRANSITÓRIO
Nervoso_03: Hemodinâmica e Microcirculação. Ataque isquêmico transitório; (AIT); Acidentes vasculares cerebrais isquêmicos transitórios.
LABORATÓRIO:. HEMOGRAMA:. Hemograma completo. Plasma:. Glicose, ?. Colesterol, ?. IMUNO:. Testes sorológicos para sífilis. ECG:. Anormal, eventual. TX tórax:. Alterado, eventual. TC:. Anormal. ECO:. especialmente na detecção de estenose da carótida interna. Cardiopatias. ANGIOGRAFIA:. Positiva. RNM:. É menos sensível que a arteriografia. CULTURA de sangue:. Na suspeita de endocardite.

2- AGONISTAS DOS RECEPTORES ADRENÉRGICOS BETA2 SELETIVOS
LABORATÓRIO:. ECG:. Anormal, eventual.

3- AMILOIDOSE COM MIOCARDIOPATIA
AMILOIDOSES. Amiloidose complicado com cardiomiopatia; Amiloidose do sistema circulatório; Amiloidose cárdiovascular; Amiloidose cardíaca.
LABORATÓRIO:. ECG:. Distúrbio de condução. Complexo QRS achatado. Hipertrofia do ventrículo esquerdo. MORFO do coração:. Depósito amilóide endomiocárdica. ECO:. Positivo. RNM:. Positivo.

4- ANEURISMA CARDÍACO
CIRCULATÓRIO: CÂMARAS CARDÍACAS. Aneurisma no coração; Aneurisma do ventrículo esquerdo; heart aneurysm.
LABORATÓRIO:. ECG:. Segmento ST supradesnivelado, duração 04s-08s. ECO:. Área cicatrizada com abaulamento paradoxal durante a sístole. CNT:. Positivo. ANGIOGRAFIA de contraste:. Diagnóstico.

5- ANEURISMA DA ARTÉRIA AORTA DISSECANTE
CIRCULATÓRIO: ANEURISMAS DAS ARTÉRIAS SISTÊMICAS. Dissecção da artéria aorta; Aneurisma dissecante da artéria aorta; Aneurisma da artéria aorta com dissecção; Dissecção da aorta; Aneurisma dissecante da aorta; Aneurisma dissecante da aorta qualquer porção. Há uma separação entre as camadas da parede vascular.
LABORATÓRIO:. RX de tórax:. Contorno aórtico anormal. Mediastino superior alargado. Alterações da parede da aorta. Derrame pelural. Derrame pericárdico. ECG:. Hipertrofia do ventrículo esquerdo, com hipertensão crônica. TC dinâmica:. Anormal. ANGIOGRAFIA:. Anormal. RNM para acompanhamento:. Anormal. ECO transesofágica:. Positiva, 98% sem, 99%esp. MORFO dos vasos:. Lesão da íntima da aorta. Anormalidade histológica da camada média da aorta. Oclusão dos óstios coronarianos com isquemia ou infrato da parede inferior. Macroscopia da aorta no aneurisma dissecante em cunha, início da aorta ascendente, aorta ascendente apresenta-se dividida em duas camadas separadas por uma fenda (que continha sangue na peça a fresco e a delaminação constitui o chamado aneurisma dissecante), dissecação da camada média à maneira de cunha, divisão da parede da aorta em duas camadas:. média e adventícia de um lado e média e íntima de outro, o sangue na parede das artéria dissecada forma um coágulo que comprime a luz e diminui ou obstrui o fluxo causando isquemia (chegando a infarto nos órgãos atingidos). Macroscopia da aorta no aneurisma dissecante na raíz da aorta, infarto da ponta do VE com trombose secundária, rasgo na íntima por onde se iniciou a dissecção, o infarto na ponta é provavelmente anterior à dissecção e não deve ter sido causado por ela (através de dissecção secundária da artéria coronária direita que geralmente não irriga a ponta do coração, trombo parietal na região do infarto secundário a lesão do endocárdio pelo mesmo. Macroscopia da aorta no aneurisma dissecante crônico, segmento dissecado com duas luzes:. a original (comprimida) e a segunda (situada entre os folhetos da camada média), fluxo por dentro da média (como se fosse um segundo vaso), pode haver endotelização desta nova luz (o que representaria uma cura do aneurisma dissecante), se o paciente sobreviver algumas semanas há reação fibrosa na margem do segundo canal (aneurisma dissecante crônico), o segmento de aorta estende-se do arco aórtico à esquerda (normal) até o segmento inicial da aorta abdominal à direita, a dissecção começou logo no início da aorta torácica, a luz original da aorta no segmento dissecado foi preservada fechada e está indicada por um palito de sorvete, a segunda luz (oriunda do aneurisma dissecante) foi aberta longitudinalmente, neste compartimento havia trombos (a maior parte dos quais foram retirados). Microscopia da aorta no aneurisma dissecante, segmento de aorta enrolado em caracol com extensa delaminação que dividiu a camada média em duas camadas de espessura semelhante, a nova cavidade assim criada está em comunicação com a luz (não demonstrado aqui) e é preenchida por sangue.

6- ANGINA PECTORIS DE PRINZMETAL
Angina angioespástica; Angina pectoris com espasmo documentado; Angina de Prinzmetal; Angina induzida por espasmo; Prinzmetal angina. Descrita em 1959 por Myron Prinzmetal (1908-1987), cardiologista americano.
LABORATÓRIO:. ECG:. Segmento ST supradesnivelado, reversível. CAT:. Coronariografia mostra estenoses fixas eventuais.

7- ANGINA PECTORIS ESTÁVEL
Angina pectoris estável; Angina de esforço; Estenocardia.
LABORATÓRIO:. PLASMA:. Lipidemia, ?. Glicemia, ?. ECG:. Normal, em 25%. Segmento ST deprimido, reversível, !elevada se houver infarto. Onda T invertida. Onda T achatada. ECG de esforço:. Segmento ST com infradesnivelamento, em 80 ms após o ponto J. Monitorização ECG ambulatorial. CNT:. Cintilografia de perfusão miocárdica. ECO:. Mobilidade segmentar da parede do VE. CAT:. Local da obstrução dos grandes vasos coronarianos, em mais de 50% dos casos. Angiografia do ventrículo esquerdo. ANGIOGRAFIA com radioisótopos:. Positiva.

8- ANGINA PECTORIS INSTÁVEL
CIRCULATÓRIO: Doença isquêmica aguda do coração. Angina de repouso; Angina pectoris pré-infarto; Angina que piora com os esforços; Síndrome:· intermediária· pré-infarto; Angina em crescendo; Síndrome pré-infarto do miocárdio; Angina, unstable.
LABORATÓRIO:. ECG:. Normal, em 25%. Segmento ST deprimido, durante a dor, reversível. Segmento ST supradesnivelado, durante a dor, reversível. Onda T achatada. Onda T invertida. ECG de esforço:. Episódios silenciosos com alteração do segmento ST. Cinecoronariografia:. Positivo. PLASMA:. Troponina T aumentada. Aldolase aumentada, eventual.

9- APNÉIA DO SONO
Respiratório_15: Insuficiência e Asfixia. Síndrome da apnéia do sono.
LABORATÓRIO:. GAS:. Oximetria, noturna, domiciliar. Saturação de oxigênio, baixa. EEG:. Anormal. Eletro-oculografia:. Positivo. EMG:. Positivo. ECG:. Anormal, eventual. FunçãoPulmonar:. Medida do esforço respiratório. Medida do fluxo aéreo. Polissonografia:. Mais de 30 episódios por noite. Exame otolaringológico.

10- ARRITMIA ATRIAL ECTÓPICA
CIRCULATÓRIO: Excitabilidade. Marca-passo mutável.
LABORATÓRIO:. ECG:. Arritmia, discreta. Onda P variável, precedendo todos os QRS. Intervalo PR variável.

11- ARRITMIA CARDÍACA
CIRCULATÓRIO: AUTOMATISMO.
LABORATÓRIO:. ECG:. Anormal. ECGAR:. Registros eletrocardiográficos intracardíacos. Testes autonômicos. Massagem no seio carotídeo. Teste de inclinação ou Tilt-test. Uso de isoproterenol.

12- ARRITMIA SINUSAL
CIRCULATÓRIO: AUTOMATISMO.
LABORATÓRIO:. ECG:. Intervalo PP diminuido, durante a expiração. Intervalo PR constante. Intervalo RR variável.

13- ATAXIA DE FRIEDREICH COM MIOCARDIOPATIA
Ataxia de Friedreich com cardiomiopatia; Ataxia de Friedreich complicado com cardiomiopatia; Esclerose espinhal hereditária complicado com cardiomiopatia.
LABORATÓRIO:. RX:. Hipertrofia do ventrículo esquerdo. ECG:. Taquicardia sinusal, paroxística, supraventricular, persistente (em 90% dos casos de cardiomiopatia). Extra-sístoles. Onda T anormal (envolvendo a parede inferior). Sobrecarga ventricular. Bloqueio de condução. MORFO do coração:. Hipertrofia ventricular com degeneração das fibras e fibrose regional com cardiopatia hipertrófica não apareçendo ou local. Proliferação da íntima sem/com oclusão de pequenas artérias coronarianas.

14- ATRESIA CONGÊNITA DA VALVA PULMONAR
CIRCULATÓRIO: ATRESIAS, ESTENOSES, ESCLEROSES E OBSTRUÇÕES. Atresia pulmonar; Atresia congênita da valva pulmonar sem comunicação interventricular; (CIV); Atresia pulmonar; Pulmonary atresia.
LABORATÓRIO:. Gas:. Hipoxemia. Acidose, metabólica. ECG:. Onda P pontiaguda. Eixo elétrico desviado para a esquerda, eventual. Hipertrofia do ventrículo esquerdo. RX de tórax:. Vascularização pulmonar diminuída. Coração de tamanho variável. ECO:. Ventrículo esquerdo hipopásico. Tamanho da valva tricúspide. Presença de canais sinusoidais. CAT:. Hipertensão do AD e VD. Tamanho do VD. Atresia da VP. Regurgitação tricúspide. Perfusão coronariana a partir do VD retrógrada via sinusóides intramiocárdicos.

15- ATRESIA CONGÊNITA DA VALVA PULMONAR COM COMUNICAÇÃO INTERVENTRICULAR
CIRCULATÓRIO: ATRESIAS, ESTENOSES, ESCLEROSES E OBSTRUÇÕES. Atresia congênita da valva pulmonar complicado com comunicação interventricular.
LABORATÓRIO:. RX de tórax:. Concavidade na posição da AP. Padrão reticular do fluxo colateral brônquico. ECG:. Hipertrofia do ventrículo direito. ECO:. Atresia da valva pulmonar. Cavalgamento aórtico. Hipertrofia do ventrículo direito. DOP:. Ausência de fluxo anterógrado na AP. Fluxo pulmonar suprido por Canal arterial ou colaterais brônquicas. CAT:. VD ejetando direto na aorta e desta para os pulmões.

16- ATRESIA CONGÊNITA DA VALVA TRICÚSPIDE
CIRCULATÓRIO: ATRESIAS, ESTENOSES, ESCLEROSES E OBSTRUÇÕES. Atresia tricúspide; Atresia congênita da valva tricúspide sem comunicação interventricular; (CIV); Atresia da valva tricúspide; Tricuspid Atresia.
LABORATÓRIO:. HEMOGRAMA:. Hematócrito aumentado. RX de tórax:. Redução da vascularização pulmonar. ECG:. Onda P bifásica. Eixo elétrico desviado para a esquerda. Onda R substituída pelo Complexo rs presente, nas derivações precordiais D. Complexo qR seguido de Onda T variável, nas derivações precordiais. Onda R alta, em V6, evental. Onda S profunda, em V1. ECO:. Membrana fibromuscular no lugar da valva tricúspide. VD pequeno. DOP:. Tamanho da CIV e Fluxo via canal arterial. CAT:. Pressão AD normal ou com onda a proeminente. Na angiografia mostra opacificação imediata do AD, AE, VE e aorta.

17- BERIBÉRI ÚMIDO
VITAMINAS. Deficiência de Vitamina B1 complicado com Beribéri úmido; Deficiência de tiamina complicado com Beribéri úmido.
LABORATÓRIO:. ECG:. Taquicardia, sinusal. Complexo QRS amplitude diminuída. Segmento ST alterado. Intervalo QT aumentado. ECO:. Câmaras dilatadas. Fração de ejeção esquerda diminuída. Cardiomegalia. CAT:. Edema pulmonar periférico. PVC sistêmica aumentada. Pressão diastólica final esquerda aumentada. DC aumentado. RVP diminuída. GAS:. Diferença AV de O2 diminuída.

18- BLOQUEADORES DE CANAIS DE CÁLCIO
CIRCULATÓRIO: ANTIARRÍTMICOS CLASSE IV. Classe IV (Bloqueadores de canais de cálcio).
LABORATÓRIO:. ECG:. Bloqueio de condução, AV.

19- BLOQUEADORES DE CANAIS DE POTÁSSIO
CIRCULATÓRIO: ANTIARRÍTMICOS CLASSE III. Classe III (Bloqueadores de canais de potássio).
LABORATÓRIO:. ECG:. Aumento do intervalo PR. Intervalo QT aumentado. Lentificação da condução intranodal (aumento do intervalo PR). Alterações mínimas na duração do QRS.

20- BLOQUEADORES DE CANAIS DE POTÁSSIO - AMIODARONA
CIRCULATÓRIO: ANTIARRÍTMICOS CLASSE III. Classe III (Bloqueadores de canais de potássio). Uso de amiodarona; Cloridrato de amiodarona; Atlansil. Antagonista fraco dos receptores adrenérgicos alfa e beta.
LABORATÓRIO:. ECG:. Intervalo QRS aumentado. Potencial de ação aumentado. Aumenta a irrigação do coração pelos vasos coronários. Antagonista fraco dos receptores adrenérgicos alfa e beta. Bloqueios atrioventriculares. Bloqueios sinoatriais. Onda T alargada e deformada. Intervalo QT aumentado. Arritmias complexas (torsades). PULMÃO:. Fibrose pulmonar. Pneumonite intersticial. OLHO:. Depósitos de cristais na córnea, de amiodarona.

21- BLOQUEADORES DE CANAIS DE SÓDIO - QUINIDINA
CIRCULATÓRIO: ANTIARRÍTMICOS CLASSE I. Classe IA (Bloqueadores de canais de sódio). Intoxicação por Anti-arrítimico - Quinidina
LABORATÓRIO:. ECG:. Intervalo PR aumentado. Complexo QRS alargado. Intervalo QT aumentado. Bloqueio de condução, sinoatrial e atrioventricular. Fibrilação ventricular. IMUNO:. Anticoagulante lupicos, positivo. Anticorpo anticardiolipina, positivo. Anticorpos antiplaquetas, positivo, imunoglobulina associada a plaquetas, Ac antiplaquetas Coombs direto, positivo, eventual.

22- BLOQUEADORES DE CANAIS DE SÓDIO 1B
CIRCULATÓRIO: ANTIARRÍTMICOS CLASSE I. Classe IB (Bloqueadores de canais de sódio).
LABORATÓRIO:. ECG:. Intervalo QT diminuído.

23- BLOQUEADORES DOS RECEPTORES HISTAMÍNICOS H1
LABORATÓRIO:. ECG:. Intervalo QT aumentado.

24- BLOQUEIO ATRIOVENTRICULAR DO PRIMEIRO GRAU
CIRCULATÓRIO: CONDUTIBILIDADE. (BAV); BAV do primeiro grau.
LABORATÓRIO:. ECG:. Intervalo PR aumentado, >0,21seg. Onda P precedendo todos os QRS. Diagnóstico.

25- BLOQUEIO ATRIOVENTRICULAR DO SEGUNDO GRAU
CIRCULATÓRIO: CONDUTIBILIDADE. Bloqueio AV incompleto, BAV do segundo grau.
LABORATÓRIO:. ECG:. Intervalo PP regular. Complexo QRS com falhas, !mas não todos.

26- BLOQUEIO ATRIOVENTRICULAR DO SEGUNDO GRAU DE MOBITZ I
CIRCULATÓRIO: CONDUTIBILIDADE. (BAV). Bloqueio atrioventricular do segundo grau tipo Mobitz I; Fenômeno de Wenckebach; BAV do segundo grau tipo Mobitz I. Descrita em 1924 por Woldemar Mobitz (1889-1951), cirurgião russo e em 1898 por Karel Wenckebach (1864-1940), médico holandês.
LABORATÓRIO:. ECG:. Intervalo PR aumentado, cíclica e progressivamente até o bloqueio !e consequente falha de batimento.

27- BLOQUEIO ATRIOVENTRICULAR DO TERCEIRO GRAU
CIRCULATÓRIO: CONDUTIBILIDADE. (BAV); Bloqueio AV total; Bloqueio atrioventricular total; Bloqueio atrioventricular de terceiro grau; BAV total; Bloqueio atrioventricular completo.
LABORATÓRIO:. ECG:. Bradicardia, idioventricular, regular. Onda P regular. Onda P totalmente dissociada do QRS. Complexo QRS alargado.

28- BLOQUEIO DE CONDUÇÃO CARDÍACO
CIRCULATÓRIO: AUTOMATISMO. Taquicardia atrial paroxística complicado com bloqueio de condução.
LABORATÓRIO:. ECG:. Onda P alterada, com mascaramento pelas deflexões anteriores apresentadas pela massagem carotídea, linha isoelétrica entre as Onda P alterada. Bloqueio de condução, AV, discreto.

29- BLOQUEIO DE RAMO DIREITO COMPLETO
CIRCULATÓRIO: CONDUTIBILIDADE. Bloqueio completo de ramo direito.
LABORATÓRIO:. ECG:. Complexo QRS alargado, com 0,12 seg ou mais. Onda S alargada, em D1. Onda S espessada, em V5-V6. Complexo rsR presente, em V1, V2 e V3. Onda Q ausente. Deflexão intrinsecóide aumentada em V1, V2 e V3.

30- BLOQUEIO DE RAMO DIREITO INCOMPLETO
CIRCULATÓRIO: CONDUTIBILIDADE. Bloqueio incompleto de ramo direito.
LABORATÓRIO:. ECG:. Complexo QRS alargado, 0,08-0,10 seg, com menos de 0,12 seg. Eixo elétrico desviado para a direita. Onda R alta, em V2, !hipertrofia do ventrículo direito.

31- BLOQUEIO DE RAMO ESQUERDO COMPLETO
CIRCULATÓRIO: CONDUTIBILIDADE. Bloqueio completo do ramo esquerdo.
LABORATÓRIO:. ECG:. Complexo QRS alargado, >0,10 seg. Onda R alargada, espessada em V5-V6. Segmento ST deprimido. Onda T invertida. Eixo elétrico desviado para a esquerda. Deflexão intrinsecóide aumentada. Derivação em aVL semelhante a V5-V6. Derivação em DI semelhante a aVL e a V5-V6.

32- BLOQUEIO DE RAMO ESQUERDO INCOMPLETO
CIRCULATÓRIO: CONDUTIBILIDADE. Bloqueio incompleto do ramo esquerdo.
LABORATÓRIO:. ECG:. Intervalo PR aumentado. Onda Q ausente, em DI, aVL e V5-V6. Onda R espessada, em V5-V6. Complexo QRS alargado, 0,09 seg !menos de 0,12 seg. Deflexão intrinsecóide, com menos de 0,09 seg. Onda T invertida, em DI e aVL. Complexo rsR presente, em V5.

33- BLOQUEIO SINOATRIAL DE SAÍDA
CIRCULATÓRIO: CONDUTIBILIDADE. Bloqueio sinoatrial de saída; Sinoatrial block.
LABORATÓRIO:. ECG:. Intervalo PP pausa igual ou múltipla, subjacente ou diminuição progressiva deste intervalo antes da pausa. Diagnóstico.

34- BRADICARDIA SINUSAL
CIRCULATÓRIO: AUTOMATISMO.
LABORATÓRIO:. ECG:. Bradicardia, sinusal, menos de 60 bpm. Ritmo regular. Onda P positiva, precedendo todos os QRS. Diagnóstico.

35- CANAL ATRIOVENTRICULAR COMUM
CIRCULATÓRIO: CARDIOPATIA CONGÊNITA ACIANÓTICA. Defeito dos coxins endocárdicos.
LABORATÓRIO:. ECG:. Eixo elétrico desviado para cima. Alça QRS anti-horária. Hipertrofia biventricular. Retardo de condução direita. Intervalo PR aumentado. GASOMETRIA:. Oximetria. ECO:. Avanço da mitral sobre a via de saída do VE (sinal do pescoço de ganso). Hipertensão pulmonar. RVP aumentada. Cardiomegalia. Artéria pulmonar dilatada. Vascularização pulmonar aumentada. ECO dopller:. Anormal. CAT:. Anormal. ANGIOGRAFIA:. Anormal. Ventriculografia esquerda seletiva.

36- CARDIOMIOPATIA RESTRITIVA
CIRCULATÓRIO: FUNÇÃO SISTÓLICA. Miocardiopatia restritiva; Cardiomiopatia restritiva.
LABORATÓRIO:. ECG:. Segmento ST alterado. Distúrbio de condução. Complexo QRS de baixa voltagem. TX-TÓRAX:. Cardiomegalia leve a moderada. ECO:. VE de tamanho normal ou diminuído. Função do VE normal ou levemente dimunuída. CAT:. Pressão diastólica elevada. Sinal da raiz quadrada. Função do VE normal ou levemente diminuída. Pressão venosa jugular elevada. MORFO do coração:. Anormal.

37- CARDIOPATIA REUMÁTICA AGUDA
CIRCULATÓRIO: CAMADAS DO CORAÇÃO. Cardite reumática aguda; Doença cardíaca reumática aguda; Cardite reumática aguda; Cardiopatia reumática ativa; Doença de Bouillaud; Rheumatic heart disease. Descrita em 1832 por Jean-Baptiste Bouillaud (1796-1881), médico francês.
LABORATÓRIO:. ECG:. Onda P alterada. Intervalo PR aumentado, >0,04seg. Onda T invertida. Taquicardia sinusal, durante o sono, aumenta exageradamente com a atividade física. Arritmia. Marca passo mutável. Batimento ectópico. RX de tórax:. Cardiomegalia Gram-positiva. IMUNO:. Título elevado de antiestreptolisina O. MORFO do coração:. Vegetações verrucosas pequenas, não-destrutivas.

38- CIRCULATÓRIO: DIURÉTICOS
.//CIRCULATÓRIO: DIURÉTICOS/CIRCULATÓRIO: FARMACOLOGIA.
LABORATÓRIO:. PLASMA:. Volume plasmático aumentado. Sódio diminuído. Magnésio, diminuído. Fosfato, diminuído. Ácido úrico aumentado. HEMATÓCRITO:. Hematócrito diminuído. ENZIMAS E PIGMENTOS SÉRICOS:. Transaminase aumentada. ALT aumentada. AST aumentada. Lactato desidrogenase aumentada, sinônimo, LDH. ENZIMAS E PIGMENTOS SÉRICOS:. Bilirrubina total aumentada. Bilirrubina direta aumentada. Bilirrubina indireta aumentada. MORFO do coração:. Amilóide, positivo, para amiloidose. Ferro sérico, positivo, para hemacromatose. ECG:. Hipertrofia cardíaca. Distúrbio de condução. Onda T alterada. RX de tórax:. Cardiomegalia. Hipertensão venosa pulmonar. ECO:. Dimensões e função dos átrios e ventrículos. Derrame pericárdico. Doenças valvares. Devios intracardíacos. Motilidade segmentar da parede ventricular. ANGIOGRAFIA com radioisótopos:. Positiva. CAT:. Doença valvar. Coronariopatia. Aneurismas ventriculares. CINTLOGRAFIA:. Captação de Radioiodo (123 ou 131) pela Glândula Tireóide, diminuída.

39- CIRROSE HEPÁTICA
CIRROSE DO FÍGADO E VIAS BILIARES.
LABORATÓRIO:. HEMOGRAMA:. Leucócitos, variável. Plaquetas diminuídas. Hematócrito diminuído. Normocitose. Macrocitose. Diagnóstico, Anemia macrocítica, eventual. HORMÔNIO PLASMÁTICO:. Trombopoetina, diminuída. T4, diminuído. IMUNO:. Gama-globulina sérica aumentada, muito aumentada. CA 125 aumentado. CA 15-3 aumentado, >40 U/Ml, em 13%, sinônimos, antígeno carboidrato 15-3. ENZIMAS E PIGMENTOS SÉRICOS:. Fosfatase alcalina aumentada. Aminotransferase (AST) aumentadas. Alfa1-antitripsina aumentada, na fase aguda. PLASMA:. Gradiente albumina sérica/ascite =>1.1 g/dL. Albumina diminuída, sérica. Amônia aumentada. PIGMENTOS SÉRICOS:. Bilirrubina indireta aumentada, predominante, progressivamente. ECG:. Intervalo QT aumentado. MORFO do fígado:. Superfície micro ou macro nodular, nódulos de tamanhos diferentes, subversão da arquitetura dos lóbulos. Cirrose inativa. Fibrose com nódulos regenerativos. Nódulos hepáticos. Carcinomas hepatocelulares, eventual. Fibroses em ponte difusas no trato portal com proliferação dos ductos biliares. Infiltrados inflamatórios de células mononucleares. Regeneração nodular dos hepatócitos. Ausência de colestase. Ausência de necrose dos hepáticos. MORFO do baço:. Dilatação acentuada dos capilares sinusóides de sua polpa vermelha que se encontram repletos de sangue (Obj: 20x). Conclusão:. Hiperemia esplênica passiva. As trabéculas esplênicas encontram-se irregularmente espessadas por aumento de tecido conjuntivo intersticial (Obj: 20x). RX Abdomen:. Hepatomegalia. Esplenomegalia. RX Abdomen contrastado:. Varizes esofágicas. Varizes gástricas. ENDO:. Varízes esofágicas. Varizes gástricas. ECO:. Hepatomegalia. Ascite. Nódulos hepáticos. Carcinomas hepatocelulares eventual. ECO Doppler:. Permeabilidade das veias esplênica, porta e hepática. TC Contratada:. Nódulos hepáticos. RNM:. ?junto com níveis de alfa-fetoproteína. ESOFAGOASTROSCOPIA:. Positiva. LAPAROSCOPIA:. positiva. CAT:. Medida da pressão da veia porta.

40- COARTAÇÃO DA AORTA
CIRCULATÓRIO: ATRESIAS, ESTENOSES, ESCLEROSES E OBSTRUÇÕES. Coartação da aorta; (com interrupção do arco aórtico por atresia do istmo aórtico - tipo lactente ou com coarctação justaductal isolada - tipo adulto), com comunicação interventricular. Coarctação: ortografia errada.
LABORATÓRIO:. ECG:. Hipertrofia do ventrículo esquerdo. Hipertrofia do ventrículo direito. RX de tórax:. Hipertensão pulmonar. Circulação colateral extensa (subclávia, intercostal superior e mamária com os ramos intercostais da AA descendente) com corrosão dos arcos costais. ECO:. Aorta hipopulsátil. CAT:. Ventriculografia E seletiva e aortografia visualiza a circulação colateral. DOP:. Gradiente de pressão. Oximetria. Esofagograma baritado (Demonstra a dilatação pós-estenótica da AA descendente. RNM:. Positivo.

41- COMPLEXO DE EISENMENGER
CIRCULATÓRIO: CARDIOPATIA CONGÊNITA ACIANÓTICA. Cardiopatia congênita acianótica com evolução cianótica e hiperfluxo pulmonar. Doença vascular pulmonar; Síndrome de Eisenmenger; Eisenmenger comkplex; Eisenmenger tetralogy. Descrita em 1897 por Victor Eisenmenger (1864-1932), médico austríaco.
LABORATÓRIO:. HEMOGRAMA:. Hematócrito aumentado. GAS:. Hipóxia. RX de tórax:. Cardiomegalia do VD e AD. AP proeminente. Vasos pulmonares aumentados no hilo, reduzindo rapidamente de calibre. ECG:. Onda P alta. Onda P pontiaguda. Hipertrofia do ventrículo direito. ECO:. Desvio D-E. Fibras elásticas paralelas e comprimidas das artérias pulmonares. hipopalsia da média, espessamento da íntima das arteríolas pulmonares com hipertensão pulmonar e aumento da RVP. DOP:. Positivo. CAT:. Hipertensão na AP e Hipóxia. Angio seletiva.

42- COMUNICAÇÃO AORTOPULMONAR
CIRCULATÓRIO: VASOS DA BASE DO CORAÇÃO. Defeito da janela aortopulmonar; (JAP); Malformação do septo aórtico; Aortopulmonary septal defect.
LABORATÓRIO:. RX de tórax:. Cardiomegalia com proeminência da AP e da vascularização pulmonar. ECG:. Hipertrofia do ventrículo esquerdo. Hipertrofia biventricular. ANGIOGRAFIA:. Da aorta ascendente identifica a janela. Permeabilidade ao cateter da AP para a Aorta e Vasos braquiocefálicos é diagnóstica. DOP:. Positivo. CAT:. Hipertensão pulmonar hipercinética.

43- COMUNICAÇÃO INTERATRIAL
CIRCULATÓRIO: CARDIOPATIA CONGÊNITA ACIANÓTICA. (CIA); Defeito do septo atrial; Defeito do septo interatrial; Malformação do seio: coronário· venoso; Permeabilidade ou persistência; (do): forame oval· ostium secundum; (tipo II); heart septal defects, atrial.
LABORATÓRIO:. ECG:. Retardo de condução no ramo direito. Bloqueio de condução, no ramo direito. Eixo elétrico desviado para a direita. RX de tórax:. Abaulamento ventricular direito. Artérias pulmonares dilatadas. Aumento na vascularização pulmonar. DOP:. Diagnóstico.

44- COMUNICAÇÃO INTERVENTRICULAR GRANDE
CIRCULATÓRIO: CARDIOPATIA CONGÊNITA ACIANÓTICA. Cardiopatia congênita acianótica com hiperfluxo pulmonar. Comunicação interventricular; (CIV) grande.
LABORATÓRIO:. RX de tórax:. Cardiomegalia biventricular, AE, AP. Vascular pulmonar aumentada. Edema pulmonar franco. Derrame pleural. ECG:. Onda P entalhada. Onda P pontiaguda. Hipertrofia biventricular. DOP:. Magnitude do desvio. Pressão na AP. RNM:. Positiva. Técnica de radioisótopos:. Positiva. CAT:. Pressão sitólica AP = Aorta. Fluxo sanguíneo pumonar 2-4 vezes o sistêmico. Medida da resistência pulmonar.

45- COMUNICAÇÃO INTERVENTRICULAR PEQUENA
CIRCULATÓRIO: CÂMARAS CARDÍACAS. Comunicação interventricular; (CIV) pequeno.
LABORATÓRIO:. RX de tórax:. Cardiomegalia mínima. Aumento limítrofe da perfusão pulmonar. ECG:. Hipertrofia do ventrículo esquerdo, eventual. ECO:. Diâmetro das câmaras e da comunicação.

46- COR PULMONALE CRÔNICO
Cardiopatia pulmonar; Cor pulmonale crônico; Doença cardiopulmonar crônica; Cor pulmonale.
LABORATÓRIO:. ECG:. Onda P alta. Onda P pontiaguda. Eixo elétrico desviado para a direita. Hipertrofia do ventrículo direito. Onda S profunda, em V6. Onda Q presente, em DII, DIII e aVF. Arritmia, supraventricular. RX de tórax:. VD aumentado. Artéria pulmonar aumentada. Hipóxia. Policitemia. PO2 arterial <85%. ECO:. Exclui a disfunção VE. Dilatação do VD. ANGIO por radioisótopos:. Exclui a disfunção do ventrículo esquerdo. Teste de função pulmonar. Angiografia pulmonar é contra indicada na hipertensão pulmonar. CAT:. exclusão de ICE. Fluxo aéreo pulmonar reduzido. MORFO do coração:. Macroscopia do coração com dilatação do ventrículo direito, a espessura das colunas carnudas é maior no cor pulmonale, indicando que este ventrículo direito está hipertrófico se comparado ao normal, há também grande dilatação da cavidade, por insuficiência contrátil crônica, a dilatação diminui a espessura da parede ventricular, assim mascarando a hipertrofia. Macroscopia do coração com hipertrofia do ventrículo direito, hipertrofia (muitas vezes acompanhada de dilatação) do ventrículo direito, sendo que o ventrículo esquerdo é normal, a hipertrofia de VD é devida ao aumento da resistência do leito vascular pulmonar, a dilatação ocorre secundariamente à hipertrofia, quando esta não é mais suficiente para fazer bombear todo o sangue que entra na cavidade, assim a cada ciclo resta um pequeno resíduo e o acúmulo dos resíduos com o tempo leva à dilatação.

47- DEFEITO DE CONDUÇÃO INTRAVENTRICULAR
CIRCULATÓRIO: Doença isquêmica aguda do coração. Infarto agudo do miocárdio complicado com defeito de condução intraventricular.
LABORATÓRIO:. ECG:. Complexo QRS alargado.

48- DERRAME PERICÁRDICO
LABORATÓRIO:. RX de tórax:. Área cardíaca variável. Coração grande sem congestão pulmonar. FLUXOMETRIA:. Débito cardíaco diminuído. ECG:. Alterações semelhantes às da pericardite. Efeito dielétrico. Alternância elétrica. DOPLER:. Tamponamento. Inspiração - VD aumenta e VE diminui. Expiração profunda - VD diminui e VE aumenta. Exames bacterioscópicos e de cultura:. Aeróbios, anaeróbios, fungos e bacilo de Koch. Exame citológico:. Células neoplásicas e leucócitos Neutrófilos aumentado (viral e tuberculose (fase inicial). Mononuclócitos aumentados (fase mais tardia). Piócitos (purulenta). Exame bioquímico:. Glicose diminuída (infecções). Adenosinadeaminase aumentada (tuberculose).

49- DESPOLARIZAÇÃO ATRIAL PREMATURA
CIRCULATÓRIO: Excitabilidade. Batimentos atriais prematuros; Extrasístole atrial.
LABORATÓRIO:. ECG:. Onda P alterada. Onda P invertida. Intervalo PR normal. Intervalo PR aumentado. Complexo QRS prematuro, após um batimento normal. Complexo QRS aberrante, após um batimento normal. Pouca importância clínica. Diagnóstico.

50- DESPOLARIZAÇÃO VENTRICULAR PREMATURA MULTIFOCAIS
CIRCULATÓRIO: Excitabilidade. Contração ventricular prematura multifocal.
LABORATÓRIO:. ECG:. Onda P ausente, eventual. Dissociação atrioventricular. Complexo QRS alargado, >0,14s, bizarro, na mesma derivação são diferentes entre si. Segmento ST sentido oposto ao QRS. Onda T sentido oposto ao QRS.

51- DESPOLARIZAÇÃO VENTRICULAR PREMATURA UNIFOCAIS
CIRCULATÓRIO: Excitabilidade. Extrasístole ventricular; Arritmia ventricular; Contração ventricular prematura unifocal.

E outras patologias...
52- DISTÚRBIO FALCIFORME
SÍNDROMES HEMOLÍTICAS. Distúrbios falciformes; Anemia hemolítica falciforme.
53- DISTÚRBIOS MC POR USO DE CANABINOIDES - INTOXICAÇÃO AGUDA MODERADA

54- DIVERTÍCULO CONGÊNITO DO VENTRÍCULO ESQUERDO

55- DOENÇA CARDÍACA HIPERTENSIVA PRIMÁRIA

56- DOENÇA DE CHAGAS AGUDA
INFLAMAÇÃO, INFECÇÃO, INFESTAÇÃO E TUMORES CONGÊNITA. Chaguismo; Tripanossomíase Sul-Americana; Tripanossomose Sul-Americana; Tripanossomíase americana; Chagas disease; American trypanosomiasis. Descrita em 1908 por Carlos Chagas (1879-1934), médico brasileiro. O Sinal oftalmo-ganglionar de Romaña foi descrito em 1935 por Cecilio Romaña (1899-1997), médico argentino.
57- DOENÇA DE CHAGAS CRÔNICA COM MIOCARDIOPATIA DILATADA
Doença de Chagas crônica complicado com miocardiopatia dilatada; Cardiopatia chagásica crônica; Tripanossomíase Sul-Americana; Tripanossomose Sul-Americana; crônica, complicado com comprometimento cardiovascular, Miocardite crônica, Tripanossomíase em locais onde a doença de Chagas é prevalente, Tripanossomíase americana.
58- DOENÇA DE LYME - ESTÁGIO 2/3
Borreliose de Lyme; Eritema crônico migratório por Borrelia burgdorferi.
59- DOENÇA DO ARMAZENAMENTO DE GLICOGÊNIO TIPO II TIPO NEONATAL
GLICOGENOSES (intracelular).
60- DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA DO INCHADO AZUL
Respiratório_04: Atresia, Estenose, Esclerose, Obstrução e Aderência. (DPOC).
61- DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA TARDIA
Respiratório_04: Atresia, Estenose, Esclerose, Obstrução e Aderência. (DPOC).
62- EMBOLIA PULMONAR COM MENÇÃO DE COR PULMONALE AGUDO
SANGUE E LINFA: HEMOSTASE E FIBRINÓLISE. Embolia pulmonar complicado com menção de cor pulmonale agudo.
63- ESQUISTOSSOMOSE POR SCHISTOSOMA JAPONICUM
Esquistossomose asiática; Schistosomiasis japonica.
64- ESQUISTOSSOMOSE POR SCHISTOSOMA MANSONI
ABSORÇÃO. Esquistossomose intestinal crônica; Disinteria da esquistossomose; Schistosomiasis mansoni.
65- ESTENOSE CONGÊNITA DA VALVA PULMONAR
CIRCULATÓRIO: MALFORMAÇÕES CONGÊNITAS DAS VALVAS CARDÍACAS. Estenose congênita da valva pulmonar (ECVP) com septo interventricular intacto; Estenose congênita da valva pulmonar (ECVP) complicado com septo interventricular intacto.
66- ESTENOSE CONGÊNITA DA VALVA PULMONAR LEVE COM SEPTO INTERVENTRICULAR INTACTO
CIRCULATÓRIO: MALFORMAÇÕES CONGÊNITAS DAS VALVAS CARDÍACAS.
67- ESTENOSE CONGÊNITA DO INFUNDÍBULO PULMONAR
CIRCULATÓRIO: VASOS DA BASE DO CORAÇÃO. Estenose congênita do infundíbulo pulmonar e/ou da valva pulmonar com defeito septal ou ventrículo direito de dupla câmara; Estenose subvalvar pulmonar; Estenose infundibular pulmonar; Cone subaórtico obstrutivo; Pulmonary subvalvular stenosis.
68- ESTENOSE CONGÊNITA GRAVE DA VALVA PULMONAR COM SEPTO INTERVENTRICULAR INTACTO
CIRCULATÓRIO: MALFORMAÇÕES CONGÊNITAS DAS VALVAS CARDÍACAS.
69- ESTENOSE DA VALVA AÓRTICA
CIRCULATÓRIO: VALVAS CARDÍACAS. Estenose aórtica; Estenose da valva aórtica não reumática; Estenose da valva aórtica não reumática; Aortic valve stenosis.
70- ESTENOSE DA VALVA AÓRTICA CONGÊNITA
CIRCULATÓRIO: ATRESIAS, ESTENOSES, ESCLEROSES E OBSTRUÇÕES. Estenose da valva aórtica; Atresia ou estenose aórtica congênita.
71- ESTENOSE DA VALVA MITRAL
CIRCULATÓRIO: VALVAS CARDÍACAS. Estenose mitral; Mitral valve stenosis.
72- ESTENOSE DA VALVA MITRAL COM HIPERTENSÃO ARTERIAL PULMONAR
CIRCULATÓRIO: VALVAS CARDÍACAS. Estenose da valva mitral complicado com hipertensão arterial pulmonar.
73- ESTENOSE DA VALVA MITRAL CONGÊNITA
CIRCULATÓRIO: ATRESIAS, ESTENOSES, ESCLEROSES E OBSTRUÇÕES. (ECVM); Atresia mitral congênita; Estenose congênita da valva mitral; Duroziez disease. Descrita em 1877 por Paul Duroziez (1826-1897), clínico francês.
74- ESTENOSE DA VALVA PULMONAR
CIRCULATÓRIO: VALVAS CARDÍACAS. Pulmonary valve stenosis.
75- ESTENOSE DA VALVA PULMONAR CONGÊNITA MODERADO COM SEPTO INTERVENTRICULAR INTACTO
CIRCULATÓRIO: MALFORMAÇÕES CONGÊNITAS DAS VALVAS CARDÍACAS.
76- ESTENOSE DA VALVA TRICÚSPIDE
CIRCULATÓRIO: VALVAS CARDÍACAS. Estenose tricúspide; Tricuspid valve stenosis.
77- EXTRASÍSTOLE NODAL INFERIOR
CIRCULATÓRIO: Excitabilidade.
78- EXTRASÍSTOLE NODAL INTERMEDIÁRIA
CIRCULATÓRIO: Excitabilidade.
79- EXTRASÍSTOLE NODAL SUPERIOR
CIRCULATÓRIO: Excitabilidade.
80- EXTRASÍSTOLE SUPRAVENTRICULAR
CIRCULATÓRIO: Excitabilidade. Arritmia supraventricular.
81- FEBRE REUMÁTICA AGUDA CRITÉRIOS MAIORES COM CARDIOPATIA
Cardiopatia reumática aguda. Febre reumática aguda critérios maiores complicado com cardiopatia.
82- FEBRE REUMÁTICA AGUDA CRITÉRIOS MENORES
BACTÉRIAS.
83- FIBRILAÇÃO ATRIAL
CIRCULATÓRIO: Excitabilidade. Atrial fibrillation.
84- FIBRILAÇÃO VENTRICULAR
EMERGÊNCIA E URGÊNCIA - Circulatório. Ventricular fibrillation.
85- FLUTTER ATRIAL
CIRCULATÓRIO: Excitabilidade.
86- GRAVIDEZ COM ESTENOSE DA VALVA MITRAL
OBSTERÍCIA. Gravidez com estenose da valva mitral.
87- GRAVIDEZ, PARTO OU PUERPÉRIO COM DOENÇAS DO SISTEMA CIRCULATÓRIO
Gravidez, parto ou puerpério complicado com doenças no sistema circulatório; Doenças do aparelho circulatório complicando a gravidez, o parto e o puerpério.
88- GRAVIDEZ, PARTO OU PUERPÉRIO COM MIOCARDIOPATIA
Gravidez, parto ou puerpério complicado com miocardiopatia; Miocardiopatia periparto. Miocardiopatia compensatória à demanda placentar.
89- HEMOCROMATOSE
METABOLISMO DO FERRO E COBRE. Diabetes bronzeada; Troisier-Hanot-Chauffard syndrome; Hemochromatosis. Tríade de Troisier: (glicosúria + cirrose hepática + hiperpigmentação cutânea). Haima (gr) = sangue + chromatos (gr) = cor. Descrita em 1871 por Charles Troisier (1844=1919), patologista francês, o nome e a forma hereditária foi descrita em 1889 por Friedrich von Recklinghausen (1833-1910), médico alemão.
90- HEMORRAGIA INTRACRANIANA NÃO-TRAUMÁTICA
ATAXIA MOTORA. AVC hemorrágico; Hematoma subdural crônico; Hemorragia subdural crônica; Hematoma, subdural, chronic.
91- HIPERCALCEMIA
CIRCULATÓRIO: AUTOMATISMO. Aumento da concentração plasmática de Cálcio. #Hipercalemia. Hipercalcemia é cálcio com valores totais acima de 11 mg/dL e cálcio ionizado acima de 1,3 mL/L.
92- HIPERMAGNESEMIA
Excesso de magnésio no sangue. Hypermagnesemia.
93- HIPERPIGMENTAÇÃO MELÂNICA
MANCHAS PIGMENTADAS. Sardas; Hiperpigmentação pela melanina; Hiperpigmentação melaninica; Lentigo (do latim lent-, lentilha, -icus forma de). Lentiginose = Múltiplos lentigos.
94- HIPERPOTASSEMIA
CIRCULATÓRIO: AUTOMATISMO. Hipercalemia; Excesso de potássio plasmático; Hyperkalemia. #Hipercalcemia.
95- HIPERTENSÃO ARTERIAL PULMONAR PRIMÁRIA
Respiratório_10: Hemodinâmica, Microcirculação e Hemorragia. Hipertensão pulmonar; Hipertensão arterial pulmonar idiopática; Arteriopatia pulmonar plexogênica; Síndrome de Ayerza; Hypertension, pulmonary; Ayerza syndrome. Descrita em 1901 por Abel Ayerza (1861-1918), médico argentino.
96- HIPERTENSÃO ARTERIAL PULMONAR SECUNDÁRIA
Respiratório_10: Hemodinâmica, Microcirculação e Hemorragia.
97- HIPERTENSÃO VENOSA PULMONAR PRIMÁRIA

98- HIPERTROFIA ATRIAL DIREITA
CIRCULATÓRIO: FUNÇÃO SISTÓLICA.
99- HIPERTROFIA ATRIAL ESQUERDA
CIRCULATÓRIO: FUNÇÃO SISTÓLICA.
100- HIPERTROFIA VENTRICULAR DIREITA
CIRCULATÓRIO: FUNÇÃO SISTÓLICA. Hypertrophy, right ventricular.
101- HIPERTROFIA VENTRICULAR ESQUERDA
CIRCULATÓRIO: FUNÇÃO SISTÓLICA. (HEV); Hypertrophy, left ventricular.
102- HIPOCALCEMIA
Cálcio.
103- HIPOMAGNESEMIA
Deficiência de magnésio no sangue; Magnesium deficiency.
104- HIPOPARATIREOIDISMO
Paratireoides. Hypoparathyroidism.
105- HIPOPOTASSEMIA
CIRCULATÓRIO: AUTOMATISMO. Hipocalemia; Deficiência de potássio plasmático; Potassium deficiency. #Hipocalcemia.
106- HIPOTERMIA
Hipotermia acidental.
107- HIPOTIREOIDISMO
Tireoide. Mixedema; Hypothyroidism; Ord thyroiditis; Gull disease. Descrita em 1873 por William Gull (1816-1890), médico inglês.
108- INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO
EMERGÊNCIA E URGÊNCIA - Circulatório. (IAM); Infarto do miocárdio; Myocardial Infarction. Inclui: Infarto do miocárdio com até 4 semanas.
109- INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO ÂNTERO-SEPTAL
CIRCULATÓRIO: Doença isquêmica aguda do coração. (IAM); Infarto transmural; (agudo): ápico-lateral, baso-lateral, lateral-alto,; (da parede) lateral soe, posterior; (verdadeiro), póstero-basal, póstero-lateral, póstero-septal, septal.
110- INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO COM PERICARDITE
CIRCULATÓRIO: Doença isquêmica aguda do coração. Infarto agudo do miocárdio complicado com pericardite; Pericardite como complicação atual após o; (iam).
111- INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO TRANSMURAL DA PAREDE ANTERIOR - CICATRIZADO
CIRCULATÓRIO: Doença isquêmica aguda do coração. (IAM).
112- INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO TRANSMURAL DA PAREDE ANTERIOR - EM CICATRIZAÇÃO
CIRCULATÓRIO: Doença isquêmica aguda do coração. (IAM).
113- INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO TRANSMURAL DA PAREDE ANTERIOR - EM EVOLUÇÃO
CIRCULATÓRIO: Doença isquêmica aguda do coração. (IAM).
114- INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO TRANSMURAL DA PAREDE ANTERIOR - RECENTE
CIRCULATÓRIO: Doença isquêmica aguda do coração. IAM da parede anterior; (IAM); Infarto transmural; (agudo):· anteroapical· anterolateral· antero-septal·; (da parede) anterior SOE
115- INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO TRANSMURAL DA PAREDE ANTERO-LATERAL - CICATRIZADO
CIRCULATÓRIO: Doença isquêmica aguda do coração. (IAM).
116- INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO TRANSMURAL DA PAREDE ANTERO-LATERAL ALTO - RECENTE
CIRCULATÓRIO: Doença isquêmica aguda do coração. (IAM).
117- INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO TRANSMURAL DA PAREDE ANTERO-SEPTAL - CICATRIZADO
CIRCULATÓRIO: Doença isquêmica aguda do coração. (IAM).
118- INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO TRANSMURAL DA PAREDE INFERIOR - EM EVOLUÇÃO
CIRCULATÓRIO: Doença isquêmica aguda do coração. (IAM).
119- INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO TRANSMURAL DA PAREDE INFERIOR - RECENTE
CIRCULATÓRIO: Doença isquêmica aguda do coração. (IAM); IAM da parede inferior; (IAM); Infarto transmural; (agudo):· inferolateral· inferoposterior·; (de parede) diafragmático(a)·; (de parede) inferior SOE
120- INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO TRANSMURAL DA PAREDE INFERIOR ENVOLVENDO O VD
CIRCULATÓRIO: Doença isquêmica aguda do coração. (IAM).
121- INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO TRANSMURAL DA PAREDE POSTERIOR - RECENTE
CIRCULATÓRIO: Doença isquêmica aguda do coração. (IAM).
122- INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO TRANSMURAL DA PAREDE POSTERIOR - EM CICATRIZAÇÃO
CIRCULATÓRIO: Doença isquêmica aguda do coração. (IAM).
123- INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO TRANSMURAL DA PAREDE POSTERIOR - EM EVOLUÇÃO
CIRCULATÓRIO: Doença isquêmica aguda do coração. (IAM).
124- INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO TRANSMURAL DA PAREDE PÓSTERO-INFERIOR
CIRCULATÓRIO: Doença isquêmica aguda do coração. (IAM).
125- INFARTO AGUDO DO MIOCÁRIO NÃO-TRANSMURAL SUBENDOCÁRDICO ANTERIOR
CIRCULATÓRIO: Doença isquêmica aguda do coração. (IAM); Infarto do miocárdio não-transmural; Infarto do miocárdio não-transmural.
126- INFARTO ANTIGO DO MIOCÁRDIO
CIRCULATÓRIO: Doença isquêmica aguda do coração. (IAM). Infarto cicatrizado do miocárdio.
127- INFARTO CEREBRAL RECENTE
Nervoso_03: Hemodinâmica e Microcirculação. Cerebral infarction. #AVC isquêmico transitório.
128- INFARTO DO MIOCÁRDIO RECORRENTE
CIRCULATÓRIO: Doença isquêmica aguda do coração. (IAM); IAM recorrente.
129- INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA
CIRCULATÓRIO: INSUFICIÊNCIAS. Congestive heart failure. Diminuição do Débito Cardíaco com consequente aumento da pressão capilar.
130- INSUFICIÊNCIA CIRCULATÓRIA CEREBRAL POR BRADICARDIA SINUSAL
CIRCULATÓRIO: AUTOMATISMO. Bradicardia sinusal com insuficiência circulatória cerebral. associado com insuficiência circulatória cerebral.
131- INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA COM PERICARDITE
Insuficiência renal crônica complicado com pericardite; Pericardite urêmica; Pericardite por complicação de IRC.
132- INTOXICAÇÃO CRÔNICA POR INALAÇÃO DE CHUMBO E SEUS COMPOSTOS

133- INTOXICAÇÃO GRAVE POR ADRENALINA
Adrenalina.
134- INTOXICAÇÃO GRAVE POR INGESTÃO DE ANALÉPTICO - IMIPRAMINA

135- INTOXICAÇÃO POR ANTIMÔNIO E SEUS COMPOSTOS AGUDA
ATAXIA MOTORA. Intoxicação aguda por Antimônio e seus compostos.
136- INTOXICAÇÃO POR CLORETO DE POTÁSSIO
Uso de cloreto de potássio -(kloren)
137- INTOXICAÇÃO POR DERIVADOS DA HIDANTOÍNA
Reação de hipersensibilidade.
138- INTOXICAÇÃO POR DROGAS ANTIPSICÓTICAS - FENOTIAZINA
Intoxicação por uso de antipsicóticos e neurolépticos derivados da fenotiazina.
139- INTOXICAÇÃO POR ESTANHO E SEUS COMPOSTOS

140- INTOXICAÇÃO POR GLICOSÍDEOS CARDIOATIVOS E SEMELHANTES
CIRCULATÓRIO: CARDIOTÔNICOS. Digitálicos (Digoxina, Digitoxina, Ouabaína). Glicosídío = Aglicona (esteroide) + Glicosídio (glicídio). Glicosídeos cardioativos. A Ouabaína é usada como venenno em pontas de flechas. A Digitalis purpurea foi descrita em 1542 por Leonhart Fuchs (1501-1566), médico alemão.
141- INTOXICAÇÃO POR INALAÇÃO CRÔNICA DE CO COM SATURAÇÃO DE ATÉ 40% DE CARBOXIHEMOGLOBINA

142- INTOXICAÇÃO POR INGESTÃO DE ANTIDEPRESSIVOS TRICÍCLICOS E TETRACÍCLICOS
Tricíclicos.(Amitriptilina. Amoxapina. Imipramina. Nortriptilina. Trazodona. Amitriptilina. Amoxapina. Desmipramina. Imipramina. Nortriptilina. Trazodona).
143- INTOXICAÇÃO POR INGESTÃO DE PESTICIDA - NICOTINA
USO DE PSICOTRÓPICOS.
144- INTOXICAÇÃO POR LIDOCAÍNA
Uso de Lidocaína; (cloridrato) -(xylocaína).
145- INTOXICAÇÃO POR MAGNÉSIO E SEUS COMPOSTOS

146- INTOXICAÇÃO POR OPIOIDE - METADONA
USO DE PSICOTRÓPICOS. Estas substâncias totalmente sintéticas são chamadas de opioides; (isto é, semelhante aos opiáceos).
147- INTOXICAÇÃO POR SOTALOL
Uso de sotalol; (cloridrato) -(sotacor)
148- INTOXICAÇÃO POR VERAPAMIL
Uso de verapamil; (cloridrato) -(dilacoron).
149- KWASHIORKOR
DISTROFIAS NO SISTEMA ESQUELÉTICO. Desnutrição grave com edema nutricional e despigmentação da pele e do cabelo; Kwashiorkor.
150- MALFORMAÇÃO DO SEIO VENOSO
CIRCULATÓRIO: Vasos do coração. Defeito do seio venoso; Defeito septal atrial tipo Sinus venoso. António Valsalva (1666-1723), anatomista italiano. Seio aórtico ou seio de Valsalva é uma dilatação da parede da aorta atrás de cada cúspide da válvula aórtica.
151- MIOCARDIOPATIA DILATADA
CIRCULATÓRIO: FUNÇÃO SISTÓLICA. Miocardiopatia dilatada; Cardiomiopatia dilatada.
152- MIOCARDIOPATIA HIPERTRÓFICA OBSTRUTIVA
CIRCULATÓRIO: FUNÇÃO SISTÓLICA. Cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva; Hipertrofia septal assimétrica; Miocardiopatia hipertrófica obstrutiva; Estenose subaórtica hipertrófica idiopática; Estenose subvalvar hipertrófica idiopática; Cardiomyopathy, hypertrophic; (IHSS).
153- MIOCARDIOPATIA HIPERTRÓFICA PRIMÁRIA
CIRCULATÓRIO: FUNÇÃO SISTÓLICA. (CMH); Miocardiopatia hipertrófica; Miocardiopatia hipertrófica não-obstrutiva; Cardiomiopatia hipertrófica não-obstrutiva; Hipertrofia cardíaca primária; Miocardiopatia hipertrófica primária; Hypertrophic cardiomyopathy. Não há dilatação das câmaras cardíacas.
154- MIOCARDITE VIRAL

155- NEOPLASIA MALIGNA DO CORAÇÃO

156- OBESIDADE
Obesity.
157- ORIGEM ANÔMALA DA ARTÉRIA CORONÁRIA ESQUERDA A PARTIR DA ARTÉRIA PULMONAR
CIRCULATÓRIO: Vasos do coração. Síndrome de roubo miocárdico.
158- ORIGEM ECTÓPICA DAS ARTÉRIAS CORONÁRIAS A PARTIR DA AORTA COM TRAJETO PROXIMAL ABERRANTE
CIRCULATÓRIO: Vasos do coração. Origem ectópica das artérias coronárias a partir da aorta complicado com trajeto proximal aberrante; A artéria ectópica pode ser a coronária E, a D ou um dos seus ramos importantes.
159- PANCREATITE AGUDA
EMERGÊNCIA E URGÊNCIA - Abdominal. Abscesso do pâncreas; Necrose do pâncreas: aguda, infecciosa; Pancreatite: soe, aguda; (recidivante), hemorrágica, subaguda, supurada; Pancreatite necrosante aguda; Pancreatitis, acute necrotizing.
160- PARADA SINUSAL
CIRCULATÓRIO: AUTOMATISMO.
161- PARALISIA PERIÓDICA FAMILIAR HIPOCALÊMICA
DISTÚRBIOS DO NEURÔNIO MOTOR INFERIOR. Paralisia periódica hipocalêmica; Paralisia periódica hipocalemica; Paralisia periódica familiar hipocalêmica; Hypokalemic periodic paralysis; Westphal syndrome. Descrita em 1885 por Karl Westphal (1833-1890), neurologista alemão.
162- PERICARDITE AGUDA
CIRCULATÓRIO: PERICARDITE. Inclui: derrame agudo do pericárdio.
163- PERICARDITE CONSTRITIVA CRÔNICA
CIRCULATÓRIO: PERICARDITE. Calcificação pericárdica; Cordis accretiol; Pericarditis constrictive.
164- PERICARDITE CRÔNICA
CIRCULATÓRIO: PERICARDITE. Pericardite crônica; Tamponamento cardíaco; Tamponamento pericárdico.
165- PERICARDITE INFECCIOSA
CIRCULATÓRIO: PERICARDITE.
166- PERSISTÊNCIA DO CANAL ARTERIAL
CIRCULATÓRIO: CARDIOPATIA CONGÊNITA ACIANÓTICA. Persistência do ducto arterioso; persistência do ductus arteriosos; (PCA); Permeabilidade do canal arterial; Permeabilidade do canal de Botal; heart patent ductus arteriosus. #Tronco arterioso.
167- PERSISTÊNCIA DO OSTIUM PRIMUM TIPO I
(CIA).
168- PERSISTÊNCIA DO OSTIUM SECUNDUM TIPO II
CIRCULATÓRIO: VASOS DA BASE DO CORAÇÃO. Defeito do óstium secundário; (CIA).
169- PNEUMONIA
Respiratório_00: Inflamação (-ite), Infecção e Infestação. Pneumonia não especificada; Inflamação do pulmão; Pneumonite; Inflamação pulmonar; Pneumonia.
170- PNEUMOTÓRAX ESPONTÂNEO
Respiratório_01: Derrame, Empiema e Infiltração. Pneumotórax de tensão, espontâneo.
171- PROLAPSO DA VALVA MITRAL
COLAGENOSES. Prolapso mitral; Prolapso valvar mitral; Síndrome do click sistólico; Síndrome de Barlow; Valva mitral frouxa ou encapelada; Síndrome da valva mitral frouxa; Mitral valve prolapse; Floppy valve; Barlow syndrome. #Doença de Barlow = escorbuto infantil. Descrita em 1963 por John Brereton Barlow (1924-?), cardiologista sul-africano.
172- REGURGITAÇÃO CONGÊNITA DA VALVA PULMONAR (ICVP)
CIRCULATÓRIO: MALFORMAÇÕES CONGÊNITAS DAS VALVAS CARDÍACAS. Insuficiência congênita da valva pulmonar.
173- REGURGITAÇÃO DA VALVA AÓRTICA CRÔNICA
CIRCULATÓRIO: Valvas cardíacas. Regurgitação especificada, exceto a reumática; Insuficiência da valva aórtica, não reumática; Incompetência aórtica; Incompetência da valva aórtica; Aortic valve insufficiency.
174- REGURGITAÇÃO DA VALVA MITRAL
CIRCULATÓRIO: Valvas cardíacas. Insuficiência da valva mitral, não reumática; Insuficiência da valva mitral; Incompetência mitral; Incompetência da valva mitral; Regurgitação mitral;Mitral valve insufficiency.
175- REGURGITAÇÃO DA VALVA MITRAL CONGÊNITA
CIRCULATÓRIO: CARDIOPATIA CONGÊNITA ACIANÓTICA. Insuficiência mitral congênita.
176- REGURGITAÇÃO DA VALVA TRICÚSPIDE
CIRCULATÓRIO: Valvas cardíacas. Insuficiência da valva tricúspide; Regurgitação tricúspide; Incompetência da valva tricúspide; Tricuspid valve insufficiency.
177- REGURGITAÇÃO DA VALVA TRICÚSPIDE COM HIPERTENSÃO ARTERIAL PULMONAR
CIRCULATÓRIO: VALVAS CARDÍACAS. Regurgitação da valva tricúspide complicado com hipertensão arterial pulmonar; Hipertensão arterial pulmonar secundária complicado com regurgitação da valva tricúspide; Hipertensão arterial pulmonar secundária complicado com insuficiência da valva tricúspide.
178- REGURGITAÇÃO DA VALVA TRICÚSPIDE CONGÊNITA COM COMUNICAÇÃO INTERVENTRICULAR
CIRCULATÓRIO: MALFORMAÇÕES CONGÊNITAS DAS VALVAS CARDÍACAS. Regurgitação da valva tricúspide congênita complicado com comunicação interventricular; Regurgitação congênita da valva tricúspide complicado com comunicação interventricular; Anormalia de Ebstein.
179- RITMO IDIOVENTRICULAR ACELERADO
CIRCULATÓRIO: AUTOMATISMO.
180- RITMO IDIOVENTRICULAR BIGEMINADO
CIRCULATÓRIO: AUTOMATISMO. Bigeminismo ventricular. #Pulso alternans. #Pulso paradoxal.
181- SARCOIDOSE COM MIOCARDIOPATIA
CIRCULATÓRIO: VASCULITES ARTERIAIS SECUNDÁRIAS./GRANULOMATOSES NÃO-INFECCIOSAS. Sarcoidose complicado com miocardiopatia; Cardiomiopatia sarcoide; Sarcoidose complicado com cardiomiopatia; Cardiomiopatia sarcoide.
182- SÍNDROME DE BRUGADA
EMERGÊNCIA E URGÊNCIA - Circulatório. (SB); Fibrilação ventricular idiopática; Síndrome de disfunção do nodo sinusal. Disfunção genética dos canias iônicos de sódio do coração.#Burgada, ortografia errada. Descrita em 1992 por Pedro e Josep Brugada, irmãos e cardiologistas espanhois.
183- SÍNDROME DE HOLT-ORAM
Heart-hand syndrome type 1; Holt-Oram syndrome. Descrita em 1960 por Mary Holt (1924-1993) e Samuel Oram (1913-1991), cradiologistas ingeses.
184- SÍNDROME DE LOWN-GANONG-LEVINE
CIRCULATÓRIO: CONDUTIBILIDADE. (LGL); Síndrome do complexo PR curto-QRS normal; Lown-Ganong-Levine syndrome. Descrita em 1952 por B Lown B, WF Ganong e SA Levine.
185- SÍNDROME DE NATHALIE
Descrita em uma família holandesa: em três irmãs (uma chamada Natalie) e um irmão.
186- SÍNDROME DE TIMOTHY
Síndrome QT longo + sindactilia; Síndrome do QT longo tipo 8. Tipo de Síndrome do QT longo congênito. Descrita por K Timothy.
187- SÍNDROME DE TORSADE DE POINTES
Síndrome da torções das pontas; Taquicardia ventricular polimórfica; Síndrome do QT longo e taquicardia ventricular do tipo torsades de pointes. Um tipo de Síndrome do QT longo congênito. Uma arritmia ventricular polimórfica com prolongamento do intervalo QT. Descrita em 1966.
188- SÍNDROME DE WOLFF-PARKINSON-WHITE
CIRCULATÓRIO: AUTOMATISMO. Síndrome WPW; Síndrome de pré-excitação ventriicular; Wolff-Parkinson-White syndrome. #Doença de Parkinson. Descrita em 1930 por Louis Wolff (1898-1972), cardiologista americano, John Parkinson (1885-1976), cardiologista inglês e Cleveland White.
189- SÍNDROME DO CORAÇÃO ESQUERDO HIPOPLÁSICO
CIRCULATÓRIO: FUNÇÃO SISTÓLICA. Síndrome da hipoplasia do miocárdio esquerdo; Hypoplastic left heart syndrome. Atresia ou hipoplasia marcante do orifício ou da valva aórtica, associada à hipoplasia da aorta ascendente e a defeito do desenvolvimento do ventrículo esquerdo com ou sem estenose ou atresia da valva mitral.
190- SÍNDROME DO NODO SINUSAL
CIRCULATÓRIO: AUTOMATISMO. Síndrome do nó sinusal; Disfunção do nó sinusal; Síndrome bradicardia-taquicardia; Síndrome taqui-bradia.
191- SÍNDROME DO QT LONGO COM SURDEZ
CIRCULATÓRIO: CONDUTIBILIDADE. (JLNS); Síndrome do QT longo complicado com surdez; Síndrome de Jervell e Lange-Nielsen; Jervell and Lange-Nielsen syndrome. Um tipo de Síndrome do QT longo congênito recessivo. Descrita em 1957 por Anton Jervell (1901-1987), médico e Fred Lange-Nielsen (1919-1989), médico, noruegueses.
192- SÍNDROME DO QT LONGO SEM SURDEZ
CIRCULATÓRIO: CONDUTIBILIDADE. Síndorme do Q-T prolongado; Síndrome do QT prolongado sem surdez; Long QT syndrome; Romano-Ward syndrome. Um tipo de Síndrome do QT longo congênito dominante. Descrita em 1963 por Cesarino Romano (1924-?), pediatra italiano e em 1964 por Owen Ward (1923-?), pediatra irlandês.
193- SÍNDROME DOS LINFONODOS MUCOCUTÂNEOS
CIRCULATÓRIO: VASCULITES DE ARTÉRIAS DE MÉDIO CALIBRE. Síndrome mucocutânea linfonodal; Doença de Kawasaki; Síndrome de Kawasaki; Doente vermelho; Mucocutaneous lymph node syndrome. Vasculite de artérias de médio calibre. Kavasaki: ortografia errrada. Descrita em 1967 por Tomisaku Kawasaki (1925-?), pediatra japonês.
194- SÍNDROME LEOPARD
CIRCULATÓRIO: VALVAS CARDÍACAS. Gorlin syndrome II; Acrônimo de Lentigines múltiplas + ECG anormalias da condução + Hipertelorismo ocular + Estenose da valva pulmonar + Anormalidade genital + Retardo do crescimento + Surdez neuro-sensorial; Gorlin syndrome; Capute-Rimoin-Konigsmark-Esterly-Richardson syndrome. Descrita em 1969 por Robert Gorlin (1923-2006), patologista americano.
195- SOBRECARGA VENTRICULAR DIREITA
CIRCULATÓRIO: FUNÇÃO SISTÓLICA.
196- SOBRECARGA VENTRICULAR ESQUERDA
CIRCULATÓRIO: FUNÇÃO SISTÓLICA. Cardiovasculopatia hipertensiva.
197- TAQUICARDIA ATRIAL ECTÓPICA
CIRCULATÓRIO: AUTOMATISMO. Taquicardia atrial paroxística; Tachycardia, ectopic atrial.
198- TAQUICARDIA ATRIAL ECTÓPICA MULTIFOCAL
CIRCULATÓRIO: AUTOMATISMO. Taquicardia atrial ectópica caótica.
199- TAQUICARDIA ATRIOVENTRICULAR NODAL DE REENTRADA
CIRCULATÓRIO: AUTOMATISMO. Taquicardia AV nodal de reentrada; Tachycardia, atrioventricular nodal reentry.
200- TAQUICARDIA JUNCIONAL NÃO-PAROXÍSTICA
CIRCULATÓRIO: AUTOMATISMO.
201- TAQUICARDIA NODAL
CIRCULATÓRIO: AUTOMATISMO.
202- TAQUICARDIA SINUSAL
CIRCULATÓRIO: AUTOMATISMO. Tachycardia, sinus.
203- TAQUICARDIA SINUSAL EXTREMA
CIRCULATÓRIO: AUTOMATISMO.
204- TAQUICARDIA SUPRAVENTRICULAR
CIRCULATÓRIO: AUTOMATISMO. Tachycardia, supraventricular. #Taquicardia sinusal.
205- TAQUICARDIA VENTRICULAR
CIRCULATÓRIO: AUTOMATISMO. Arritimia ventricular; Tachycardia, ventricular.
206- TETRALOGIA DE FALLOT
CIRCULATÓRIO: VASOS DA BASE DO CORAÇÃO. Tetralogy of Fallot; Fallot tetralogy. 1. Estenose da via de saída do ventrículo direito (infundíbulo). 2. Defeito no septo interventricular. 3. Dextroposição da aorta. 4. Hipertrofia do ventrículo direito. Descrita em 1888 por Etienne-Louis Fallot (1850-1911), médico francês.
207- TETRALOGIA DE FALLOT EM CRIANÇAS
CIRCULATÓRIO: CARDIOPATIA CONGÊNITA CIANÓTICA. Tetralogy of Fallot in children. Descrita em 1771 por Eduard Sandifort (1742-1814), holandês e em 1888 por Etienne-Louis Fallot (1850-1911), francês, médicos.
208- TIREOTOXICOSE
Tireoide. Tirotoxicose; Hipertireoidismo; Hyperthyroidism.Tríade da tireotoxicose (tumor na base anterior do pescoço + tremor fino nas extremidades + taquicardia).
209- TRANSPOSIÇÃO DAS GRANDES ARTÉRIAS COM ATRESIA CONGÊNITA DA VALVA TRICÚSPIDE
CIRCULATÓRIO: MALFORMAÇÕES CONGÊNITAS DAS VALVAS CARDÍACAS. Transposição das grandes artérias complicado com atresia congênita da valva tricúspide.
210- TRANSPOSIÇÃO DAS GRANDES ARTÉRIAS COM COMUNICAÇÃO INTERVENTRICULAR
CIRCULATÓRIO: VASOS DA BASE DO CORAÇÃO. (L-TGA); Transposição das grandes artérias complicado com atresia congênita da valva tricúspide; Transposição das grandes artérias (L-TGA) complicado com CIV; Transposição das grandes artérias complicado com CIV; Inversão ventricular sem obstrução de saída da pulmonar complicado com CIV.
211- TRANSPOSIÇÃO DAS GRANDES ARTÉRIAS COM COMUNICAÇÃO INTERVENTRICULAR GRANDE
CIRCULATÓRIO: CARDIOPATIA CONGÊNITA CIANÓTICA. Transposição das grandes artérias complicado com comunicação interventricular grande; (D-TGA) complicado com (CIV); Comunicação ventrículo-atrial concordante
212- TRANSPOSIÇÃO DAS GRANDES ARTÉRIAS COM ESTENOSE PULMONAR
CIRCULATÓRIO: CARDIOPATIA CONGÊNITA CIANÓTICA. Transposição das grandes artérias complicado com estenose pulmonar; (D-TGA) complicado com (CIV) ; Cardiopatia congênita cianótica. Comunicação ventrículo-atrial concordante.
213- TRANSPOSIÇÃO DAS GRANDES ARTÉRIAS COM VENTRÍCULO DIREITO COM DUPLA VIA DE SAÍDA
CIRCULATÓRIO: VASOS DA BASE DO CORAÇÃO. Transposição das grandes artérias complicado com ventrículo direito complicado com dupla via de saída; Taussig-Bing syndrome. Descrita em 1949 por HelenTaussig (1898-1986), pediatra americana e Richard Bing (1909-2010), cardiologista alemão.
214- TRANSPOSIÇÃO DAS GRANDES ARTÉRIAS CONCORDANTE
CIRCULATÓRIO: VASOS DA BASE DO CORAÇÃO. (D-TGA); Transposição das grandes artérias concordante; Transposição das grandes artérias; (D-TGA) sem CIV; D-TGA simples; Comunicação ventrículo-atrial concordante. No CID-10 está classificado como discordante!.
215- TRANSPOSIÇÃO DAS GRANDES ARTÉRIAS DISCORDANTE
CIRCULATÓRIO: VASOS DA BASE DO CORAÇÃO. (L-TGA); Transposição das grandes artérias discordante; Comunicação átrio-ventricular discordante; Inversão ventricular; L-TGA com aorta à esquerda, levoposicionada, com ou sem obstrução de saída da pulmonar e defeitos associados; Transposição corrigida ou esquerda.
216- TRANSPOSIÇÃO VENOSA PULMONAR ANORMAL PARCIAL
CIRCULATÓRIO: VASOS DA BASE DO CORAÇÃO. Comunicação venosa pulmonar anormal parcial; Retorno venoso pulmonar anômalo parcial.
217- TRANSPOSIÇÃO VENOSA PULMONAR ANORMAL TOTAL COM OBSTRUÇÃO GRAVE
CIRCULATÓRIO: VASOS DA BASE DO CORAÇÃO. Transposição venosa pulmonar anormal total complicado com obstrução grave; Comunicação venosa pulmonar anormal total complicado com obstrução grave; Retorno venoso pulmonar anômalo total complicado com obstrução grave.
218- TROMBOEMBOLIA PULMONAR
Respiratório_10: Hemodinâmica, Microcirculação e Hemorragia. (TEP); Embolia e trombose pulmonar; Tromboembolismo pulmonar; Embolia pulmonar; Infarto pulmonar; Tromboemblismo pulmonar; Trombose pulmonar; Pulmonary Embolism.
219- TROMBOSE DE ARTÉRIAS DOS MEMBROS

220- TRONCO ARTERIAL COMUM
CIRCULATÓRIO: CARDIOPATIA CONGÊNITA CIANÓTICA. Tronco arterioso sem insuficiência valvar troncular.
221- VENTRÍCULO COM DUPLA VIA DE ENTRADA
CIRCULATÓRIO: CARDIOPATIA CONGÊNITA CIANÓTICA. Cardiopatia congênita cianótica. Coração trilocular biatrial; Ventrículo único; Ventrículo comum.
222- VENTRÍCULO DIREITO COM DUPLA VIA DE SAÍDA
CIRCULATÓRIO: VASOS DA BASE DO CORAÇÃO. Ventrículo direito complicado com dupla via de saída sem estenose pulmonar
9 - TEXTOS DE APOIO
ECG
Ciências Básicas.2-Fisiologia.2-Circulatório.1-Coração.1-PropElétricas.2-Excitabilidade.
1- Na Hipercalcemia, o ECG apresenta uma diminuição do intervalo QT e do segmento ST, este segmento representa o tempo em que todas as células ventriculares estão na fase 2 - platô - e é quando ocorre o pico da fase de ejeção da sístole ventricular.
2- No ECG, o segmento ST é o tempo em que todas as células ventriculares estão na fase 2 (platô), onde ocorre o necessário influxo de Ca+2 para a contração. A hipercalcemia diminui o tempo de abertura dos canais lentos de Na+:Ca+2 com diminuição do segmento.
Ciências Básicas.2-Fisiologia.2-Circulatório.1-Coração.1-PropElétricas.3-Condutibilidade.
3- Durante a fase 2 - platô - todo o ventrículo está despolarizado, portanto não há diferença de potencial elétrico a ser registrado, de modo que o ECG registra uma linha isoelétrica, a menos de que haja células em permanente estado de despolarização.
4- Em qualquer célula eletricamente excitável o principal evento na repolarização (Fase 3) é um efluxo de K+. No ECG a onda de repolarização das células ventriculares gera a onda T, portanto, distúrbios do metabolismo do K+ devem causar alterações na onda T.
5- Na aplificação padrão do ECG, apenas quando um volume relativamente grande de células estão corregadas com um tipo de carga (o restante com a carga inversa) se detecta a diferença de potencial elétrico (não se registra a atividade do sistema de condução).
6- O tempo médio entre a despolarização das primeiras e as última células ventriculares é de 80 ms (corresponde à duração do complexo QRS no ECG). Um alargamento da base deste complexo é sinal de distúrbio no sistema elétrico de condução cardíaco.
7- Uma grande redução da velocidade de condução poderá causar um bloqueio átrio-ventricular, e um novo foco automático de menor freqência deverá assumir, o que altera a frequência cardíaca, mas não o segmento ST ou a onda T do ECG.
Ciências Básicas.2-Fisiologia.2-Circulatório.1-Coração.8-DébitoCardíaco.
8- Apesar de que o lado esquerdo septo interventicular é o primeiro a ser atingido pelos potenciais de ação (início da onda Q do ECG) o ventrículo esquerdo começa a ejetar sangue juntamente com o direito e, qualquer atraso aumenta a duração do QRS.
9- No meio da fase de ejeção todas as células ventriculares estão no platô (fase 2), portanto, não há diferença de potencial elético e assim, o segmento ST que está sendo registrado no ECG é uma linha isoelétrica, nesta fase há o importante influxo de Ca+2.