Lepra
INFECÇÃO POR BACTÉRIAS | GRANULOMATOSES INFECCIOSAS | DERMATOSES POR ANORMALIA DA COR (com ou sem outro elemento clínico). Hanseníase; Morte antes da morte; Gafa; Gafeira; Lazeira; Macota; Macutena; Mal bruto; Doença de Hansen; Mal de Lázaro; Mal morfético; Doença de Danielssen-Boeck; Leprosy. É classificada em forma tuberculóide, borderline ou dimorfa que são subdivididos em dimorfa-tuberculóide, dimorfa-dimorfa e dimorfa-virchowiana, e virchowiana. Em 1976 o nome mudou para Hanseníase. Lázaro, o leproso. #Lázaro da Betânia, o ressucitado. Descrita em 1848 por Wilhelm Boeck (1808-1875) e Daniel Danielssen (1815-1894), médicos noruegueses e a etiologia em 1873 por Gerhard Hansen (1841-1912), dermatologista norueguês.
Sexo: Não informado. Idade: Criança. Adolescente. Jovem. Adulto. De 20A-30A. Distribuição. Diagnóstico diferencial.
Epidemiologia: . Causa importante de neuropatia periférica, por envolvimento de nervos intracutâneos. Cerca de 95 % dos indivíduos expostos ao Mycobacterium leprae não contraem a doença porque o seu sistema imunitário combate a infecção. NOTIFICAÇÃO: Compulsória. PROGNÓSTICO: Hepatomegalia, por amiloidose. Insuficiência renal, por amiloidose. Miosite. Perda dos dedos. Reabsorção óssea. Úlceras tróficas. HISTÓRIA PRÉVIA:. Residência em área de risco de lepra. Inalação crônica na infância. A forma de transmissão da lepra não é conhecida. Quando um enfermo não tratado e gravemente doente espirra, as bactérias M.leprae dispersam-se no ar. Cerca de metade das pessoas com lepra contraíram-na, provavelmente, através do contacto estreito com uma pessoa infectada. A infecção com M.leprae provavelmente também provirá da terra, do contacto com tatus e mesmo com mosquitos e percevejos. CLASSIFICAÇÃO: Dois tipos polares: 1- Lepromatosa, a imunidade por células T está significativamente comprometida, e, portanto, não são formados granulomas, reação reversa são mediadas pela imunidade celular e se apresentam clinicamente por neurite ou eritema e edema das lesões da pele. 2- Tuberculóide, uma reação de hipersensibilidade tardia dá origem a lesões granulomatosas que se assemelham à tuberculose indeterminada, tuberculóide, dimorfa ou virchowiana; envolvem imunocomplexos e incluem o eritema nodoso hansênico, o eritema multiforme, o fenômeno de Lúcio e neurites.
Clínica:. Início gradual. Lesão cutânea nodular, infiltrados, discretos, eritema, 01cm-05cm, recorrente, máculas, anestésicas, pálidas, 01cm-10cm. Lesão mucosa, no nariz, faringe, laringe. Lesão nos olhos. Sobrancelhas afiladas. Testículos pequenos. Infiltração da pele, difusa. Espessamento dos nervos. Anestesia, localizada. Neurite, periférica. Parestesia. Deformidade corporal. Linhas de Beau. Depressões transversais do leito ungueal, geralmente de cor marrom-escuro. Evolução crônica.
Laboratório: MORFO do agente:. BAAR nas lesões da pele ou raspados nasais, ou alterações histológicas características dos nervos. MORFO cutânea:. biópsia virchowiana reacional:. infiltrados de histiócitos e polimorfos nucleares, numerosos bacilos álcool-ácido-resistente (BAAR) íntegros e fragmentados, isolados e em globias. MORFO do nervo:. Espessado do nervo. IMUNO:. Fator reumatóide, IgM anti Fc da IgG. MORFO do testículo:. Microscopia do testículo na lepra, estrutura praticamente irreconhecível, os túbulos seminíferos estão extremamente atróficos hialinizados e desprovidos de células germinativas, correspondendo às estruturas arredondadas e de cor rósea. Microscopia do testículo com células de Virchow, os bacilos de Hansen estão fagocitados por macrófagos (células de Virchow), os bacilos não são visíveis em HE, mas só se corados pela técnica de Ziehl, os macrófagos ficam com citoplasma muito vacuolado parecendo vazio, a compressão dos túbulos seminíferos pelos macrófagos no interstício levou à perda completa das células germinativas, restando apenas as células de suporte (células de Sertoli) e o arcabouço reticulínico, que toma aspecto hialino.
Lista de 67 síndromes minimais compatíveis de até 5 elementos...
. Infiltração da pele.
. Sobrancelhas afiladas.
. Anestesia. Deformidade corporal.
. Anestesia. Depressões transversais do leito ungueal.
. Anestesia. Lesão cutânea nodular.
. Anestesia. Lesão mucosa.
. Anestesia. Lesão nos olhos.
. Anestesia. Linhas de Beau.
. Anestesia. Neurite.
. Anestesia. Testículos pequenos.
. Deformidade corporal. Depressões transversais do leito ungueal.
. Deformidade corporal. Espessamento dos nervos.
. Deformidade corporal. Evolução crônica.
. Deformidade corporal. Início gradual.
. Deformidade corporal. Lesão cutânea nodular.
. Deformidade corporal. Lesão mucosa.
. Deformidade corporal. Lesão nos olhos.
. Deformidade corporal. Linhas de Beau.
. Deformidade corporal. Neurite.
. Deformidade corporal. Parestesia.
. Deformidade corporal. Testículos pequenos.
. Depressões transversais do leito ungueal. Espessamento dos nervos.
. Depressões transversais do leito ungueal. Evolução crônica.
. Depressões transversais do leito ungueal. Início gradual.
. Depressões transversais do leito ungueal. Lesão cutânea nodular.
. Depressões transversais do leito ungueal. Lesão mucosa.
. Depressões transversais do leito ungueal. Lesão nos olhos.
. Depressões transversais do leito ungueal. Neurite.
. Depressões transversais do leito ungueal. Parestesia.
. Depressões transversais do leito ungueal. Testículos pequenos.
. Espessamento dos nervos. Início gradual.
. Espessamento dos nervos. Lesão cutânea nodular.
. Espessamento dos nervos. Lesão mucosa.
. Espessamento dos nervos. Lesão nos olhos.
. Espessamento dos nervos. Linhas de Beau.
. Espessamento dos nervos. Neurite.
. Espessamento dos nervos. Testículos pequenos.
. Evolução crônica. Lesão nos olhos.
. Evolução crônica. Linhas de Beau.
. Início gradual. Lesão cutânea nodular.
. Início gradual. Lesão mucosa.
. Início gradual. Lesão nos olhos.
. Início gradual. Linhas de Beau.
. Início gradual. Neurite.
. Início gradual. Testículos pequenos.
. Lesão cutânea nodular. Lesão mucosa.
. Lesão cutânea nodular. Lesão nos olhos.
. Lesão cutânea nodular. Linhas de Beau.
. Lesão cutânea nodular. Neurite.
. Lesão cutânea nodular. Parestesia.
. Lesão cutânea nodular. Testículos pequenos.
. Lesão mucosa. Lesão nos olhos.
. Lesão mucosa. Linhas de Beau.
. Lesão mucosa. Neurite.
. Lesão mucosa. Parestesia.
. Lesão mucosa. Testículos pequenos.
. Lesão nos olhos. Linhas de Beau.
. Lesão nos olhos. Neurite.
. Lesão nos olhos. Parestesia.
. Lesão nos olhos. Testículos pequenos.
. Linhas de Beau. Neurite.
. Linhas de Beau. Parestesia.
. Linhas de Beau. Testículos pequenos.
. Neurite. Testículos pequenos.
. Parestesia. Testículos pequenos.
. Anestesia. Evolução crônica. Início gradual.
. Anestesia. Início gradual. Parestesia.