Febre equina Venezuelana
ARBOVIROSES. Encefalomielite equina venezuelana; Venezuelan equine encephalomyelitis. A infecção humana foi descrita em 1954 por C Sanmartin-Barberi (-) e E Osorno-Mesa (-), na Colômbia.
Sexo: Não informado. Idade: Não informada. Distribuição. Diagnóstico diferencial.
Epidemiologia: . Incidência rara. PROGNÓSTICO: Broncopneumonia. Retenção urinária. Infecção urinária. Úlceras de decúbito. Mortalidade rara. Sequelas rara. TRANSMISSÃO: Picada de mosquito. Mordida de roedor.
Clínica:. Febre. Mal-estar. Dor de garganta. Náuseas. Vômitos. Tremor. Convulsões. Rigidez da nuca. Letargia. Estupor. Coma. Hiperreflexia. Arreflexia, superficial. Paralisia muscular, espártica. Abalos musculares.
Laboratório: HEMOGRAMA:. Leucócitos diminuídos. CULTURA de sangue:. Isolamento do vírus. TC:. Envolvimento talâmico ou dos gânglios da base, eventual. RM:. Envolvimento talâmico ou dos gânglios da base, eventual. LCR:. Pressão aumentada. Células, pleocitose linfocítica. Proteína aumentada. IMUNO:. Testes com IgM.
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