Pré-requisito: Semiologia Médica

Avaliação... tente, é fácil e muito divertido!
1ª- Diga tudo-que-sabe sobre a Doença de Alzheimer.
2ª- Qual o significado etimológico do termo entorse? Qual(is) o(s) sinônimo(s) de: Síndrome de Barth? O epônimo do abscesso de Brodie? O acrônimo, sigla ou abreviatura em inglês de (VACTERL)?
3ª- Mostre a árvore nosológica do grupo das DISPALSIAS METATRÓPICAS? Nosologia.
4ª- Quais os diagnósticos diferenciais, complicações e superdiagnósticos da Caxumba? Qual o principal diagnóstico diferencial do Sarampo? Medicina Baseada em Evidências.
5ª- Cite as patologias epidemiológicamente importantes de Samoa e mostre o mapa de distribuição da Amebíase (há 8 anos atrás!)? Banco de dados online.
6ª- Diagnóstico de rua: Esta imagem é compatível com qual(is) diagnóstico(s)? e com odor, tônus muscular, textura da pele, reflexos, sinais, temperatura, etc... Diagnóstico de rua. Telemedicina x Exame físico x Med Legal.
7ª- Sinal de Romaña é patognomônico (mônade) de qual patologia? Quais são os elementos semiológicos da Díade de Adams-Victor-Mancall? Liste as patologias com Cólica abdominal como elemento(s) diagnóstico(s).
8ª- Gere um paper com a classificação clínica de: Baxim, feio e burro. Lembre-se de que cabe ao médico combinar (Análise Combinatória) os elementos... use o algoritmo "Síndromes compatíveis"
9ª- Procure na internet Qual o seu diagnóstico? (ou crie um caso) e use a página Estudo de caso como ajuda...!
10ª- Sugira uma modificação na base ou na programação e acompanhe sua implementação. Inteligência artificial.
-------------------------- ENTENDENDO AS ASSOCIAÇÕES (opcional) -----------------------
11ª- Explique com um mapa conceitual que é que tem a ver a Intolerância à maltose com a clínica, tratamento, patogenia, etc... use o algoritmo "Busca em profundidade"
12ª- Desenvolva este bloco conceitual com todas as suas causas e todas as suas consequências.
13ª- Transforme o seguinte texto em um mapa conceitual: Quanto mede a Pressão Arterial de um morto? Ou o Princípio "de Stevin" dos vasos comunicantes foi revogado?.
Definição, al-Khwarizmi,
Muhammad ibn Musa al-Khwarizmi (780-850), matemático persa, criou o conceito de
al-goritmo {al-Khwarizmi} = como + fazer (receita do que fazer com os ingredientes).
Conversor de Sistemas Numéricos...
Euler,
Leonhard Euler {óiler} (1707-1783), matemático suíço, pai da Teoria dos Grafos criou uma diagrama do enigma das 7 pontes de Königsberg e provou que percorrer por todas as pontes apenas 1 vez e voltar ao ponto de partida, não tem solução. À propósito, Veneza (Itália) tem 400 pontes (arestas).
Um grafo conexo G é um grafo de Euler se e somente se todos os seus vértices são de grau par.
Uma patologia é um conjuntos de elementos (vértices) unidas pelo seu nome (arestas).
Turing,
Alan Turing (1912-1954), lógico britânico, em 1950 ele criou o Teste de Turing (a máquina precisa mentir!) e o modelo teórico de todos os computadoes digitais chamado Máquina de Turing que pode ser representada por um grafo conexo orientado.
Inteligência é a medida relativa da eficiência do Pensamento (Conceito, Juízo, Raciocínio).
Raciocínio é o objetivo, desfecho, meta ou intenção do Juízo que é o encadeamento dos Conceitos.
No humano são duas metas a ser mantidas: Homeostase e Personalidade.
Dijkstra,
Edsger Dijkstra {diaéstra} (1930-2002), matemático holandês, usando as arestas para representar funções de transferências, probabilidades, pesos, distâncias, tempo... criou o Algoritmo de Dijkstra....

Sydenham,
Thomas Sydenham (1624-1689), médico inglês, foi o pioneiro no conceito de Nosologia Clínica. Em comparação, na Nosologia de Nung o critério era a interrupção no fluxo de energia (Yin⇔Yang), na de Galeno (da Escola Hipocrática) era o equilíbrio entre os 4 humores, para Sauvages era a taxonomia de Lineu, para Virchow era o anátomo-patológico, já a da CID, da OMS, o critério é sistêmico-etiológico. Para nós, o critério de clasificação é sindrômico e, portanto, semelhante ao de Sydenham.
Cannon,
Walter Cannon (1871-1945), fisiologista americano, criou o Princípio da Homeostase e percebeu a importância dos Reflexos (Sistemas de menutenção), que, no caso mais simples, o "foco" é apenas uma Variável. A representação é um grafo conecto, cíclico, orientado e valorado, ou seja, se a variável varia a resposta é invertida (@) e, sendo orientado, ele pode ser representado por pares, como no Array: A ⇒ B, B ⇒ C, C ⇒ D, D ⇒ @A.
Hering,
Heinrich Hering (1866-1948), médico alemão, descobriu o nervo aferente depressor carotídeo que faz parte do Sistema Reflexo Barorreceptor. Suas últimas e enigmáticas palavras foram "se vc clampear simultânea??? acima E abaixo ??? receptores, o fluxo pára mas a ? Reflexa não ?! (risos)". Posteriormente foi descoberta uma anotação: "...da variável no local do receptor", portanto, é o receptor quem manda!
Pavlov,
Ivan Pavlov (1849-1936), *1904, fisiologista russo, descobriu os reflexos condicionados (memória não-genética) e, deslocou o "foco" para o centro de integração. De modo que, bastava ver o Pavlov que o cão já começava a salivar, havendo portanto uma associação entre dois "conceitos caninos temporais" de causa ⇒ consequência (A ⇒ B). Vários sistemas aferentes (receptores e vias afertentes) e um centro de integração que manda!
Roget,
Peter Roget (1779-1869), cirurgião britânico, pioneiro em Mapas Conceituais para representar o Pensamento (Conceito ou variáveis mentais, Juízo ou relacionamentos e Raciocínio ou objetivo; output). Lembrar que para tanto é necessário a Memória e o Conceito!
von Bertalanffy,
Karl Ludwig von Bertalanffy (1901-1972), biólogo austríaco, criou a Teoria Geral dos Sistemas. Os elementos do Pensamento são os Conceitos que interagindo formam os Juízos, que, direcionado a um objetivo é o Raciocínio. A Inteligência (eficiência do Pensamento) é a estratégia de atingir este objetivo maximizando os ganhos e minimizando as perdas, no caso do Diagnóstico Clínico a regra é "o menor número de elementos clínicos necessário (síndrome minimal)".
Venn,
John Venn (1834-1923), matemático inglês, criou o Diagrama de Venn para representar conjuntos (não é uma boa ideia para o nosso objetivo!). Combinando (C(n,p) = n!/(p!(n-p)!)) os n = ~8.000 elementos semiológicos, o total de subconjuntos possíveis p = 1 a 5 elementos (limite arbitrário) é de C = ~300.000.000.000.000.000 ou 3E+17. Algoritmo das síndromes minimais...
Collen,
Morris Collen (1913-2014), médico americano, pioneiro em Informática em Saúde (ou Médica) e em perceber a importância do Banco de Dados processável eletrônicamente, tanto para o resultado dos exames quanto para os prontuários, é, portanto, o precursor do Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP). Para o teste de ajustamento (fitness test), só nos interessa o PEP do paciente zero.
Albert,
Adelin Albert (1948-), bioestatístico belga, especialista em análise estatística e intrepretação de exames laboratoriais e autor da frase:
"If you have a database and a computer, you have everyting"
Soares,
A ideia do algoritmo clínico fisiopatológico...
Entrada: Texto onde cada linha é iniciada por $
Operadores: & concatena uma sequência de variáveis, | associa a primeira variável a cada uma das subsequentes, || associa cada variável subsequente à primeira variável, @ inverte o sinal
#1- Gerar a tabela de Pares com os pares orientados de variáveis de Texto
#2- Usar o algoritmo busca em profundidade para determinar o caminho de todas as oritens (fontes) para todos os destinos (sumidouros)
#3- Parar a busca sempre que for encontrado um ciclo incluindo a variável que fecha o ciclo
Saída: 1°- Grafo com -> indicando a continuidade do sinal e -|| para um inversão do sinal (@). 2°- Todos os caminhos a partir de cada uma das origens até cada destino ou até fechar o ciclo.
1°- O algoritmo clínico resolve um problema prático que é identificar uma patologia a partir de qualquer um dos subconjuntos patognomônicos. "Na Medicina como no Amor, nem sempre nem nunca!".
2°- Assim como os Termos, os elementos clínicos também podem ter vários sinônimos (ou ortografia errada), daí a necessidade de uma lista de sinônimos na Lista de Elementos.
3°- Os elementos clínicos ordinais podem ser confundidos (estados de consciência), ou até as nominais (febre x hipertermia), o que, se levado em conta, possibilita um diagnóstico probabilístico!
4°- A associação da Clínica com a Fisiopatologia cria a possibilidade de se "recusar" um determinado elemento clínico como pertencente uma determinada Patologia.

Mendel,
Johann "Gregor" Mendel (1822-1884), monge austríaco, pai da Genética e pioneiro na descoberta do verdadeiro sentido da vida: 5' → 3' e um modelo "muy loco" de multiplicar proporções.... Fonte_1... Fonte_2...
Darwin,
Charles Darwin (1809-1882), naturalista inglês, autor da Teoria da Evolução das Espécies.
Algoritmo genético... Modificar o programa para iniciar com Adão e Eva e terminar com seu nome!
Gauss,
Johann Gauss (1777-1855), físico alemão, príncipe da Matemática e criador da função curva de Gauss: N(µ; σ). Não esqueça: a densidade máxima da Normal padrão: N(0; 1) é ~0,4. N(µ; σ)
Student,
William "Student" Gosset (1876-1937), químico inglês, pai da Estatística e da numerosa família "t". A revoltada caçula "de Cauchy" tem apenas 1 grau de liberdade (vive praticamente presa). t(gl; X̅; S)...
Abbe,
Ernst Abbe (1840-1905), físico alemão, criou o função do X2 (qui-quadrado), que, quando o grau de liberdade é igual a 1, o resultado é a Normal ao quadrado, ex: ±1,962 = 3,84.
Pearson,
Karl Pearson (1857-1936), estatístico britânico, testes do qui-quadrado (aderência e independência)
Wilcoxon,
Frank Wilcoxon (1892-1965), químico irlandês, testes não-paramétricos, Teste de Wilcoxon pareado (análogo ao teste t de Student pareado).
Mann,
Henry Mann, (1905-2000), matemático austríaco, Teste de Mann-Whitney, não paramétrico, não pareado.
Whitney,
Donald Whitney (1915-2007), matemático americano, Teste de Mann-Whitney, não paramétrico, não pareado.
Verhulst,
Pierre-François Verhulst (1804-1849), matemático belga, em 1844 publicou um modelo de crescimento populacional, a Função logística, que, ao contrário do modelo de Thomas Malthus (1766-1834), economista britânico, propunha um crescimento finito (min = 0 e max = 1) de indivíduos.
Hill,
Archibald Hill (1886-1977), *1922, fisiologista britânico, criou a Equação "muscular" da produção de calor e o coeficiente de Hill das curvas dose-resposta que pode ser usado para avaliar os fenômenos de adapatação, taquifilaxia, vício...

Snow,
John Snow (1813-1858), pai da Epidemiologia, associou casos de cólera com uma região de um poço de coleta de água, criando o conceito epidemiológico de agrupamento ou cluster (distância-frequência).
Withering, McCulloch,
Walter Pitts (1923-1969), lógico, e Warren McCulloch {mécculoxi} (1898-1969), neurofisiologista, americanos, em 1943 criaram um modelo binário da resposta neuronal (Lei do tudo-ou-nada) que, na sua forma mais simples é a Regressão Logística de Verhulst e iniciaram a era da Aprendizagem de máquina...
Fukushima,
Kunihiko Fukushima (1936-), cientista da computação japonês, pioneiro em Redes neurais profundas. O problema é a máquina aprender a fazer um Exame Físico (inspeção, palpação, percusão e ausculta), mandatório no caso de Perícia, Autópsia, Corpo de Delito (Art. 158), etc, mas, já é um começo... Entrada: Matriz "equilibrada". Sharky Neural Network...
Indicações: Classificação (Nosologia), Regressão, Clusters e Reconhecimento de padrões.
Shortliffe.
Edward Shortliffe (1947-), médico canadense, foi o pioneiro no uso da Inteligência Artificial na Terapêutica criando o Sistema Especialista MYCIN (micina - sufixo dos antibióticos). Neural network....
Gostei muito do seu modelo preditivo, quanto vc quer para reduzir o desfecho em 50%?
Fundamentos de Informática Médica
Tese de titular do Prof. Dr. Alberto M. Soares
Uma breve história da Informática Médica... Thomas Sydenham (Nosologia), Moris Collen (Pioneiro).
Definir e conceituar Informática Médica... Informática Médica. Informática em Saúde. Saúde Digital. Apoio à decisão.
Terminologia médica... Termos. Sinônimos. Epônimos. Acrônimos. Prefixos, radicais e sufixos.
Diagnóstico de rua... al-Khwarizmi, Sydenham, Halley, Euler, Gauss, Roget, Virchow, Pearson, Soares...
Diagnóstico diferencial... Diagnóstico diferencial propriamente dito. Complicações. Superdiagnósticos.
Nosologia (classificação das patologias)... Critérios clínicos, etiológicos, anátomo-patológicos, fisio-patológicos...
Sistemas especialistas em Semiologia... Algoritmo de busca minimal, Tabela das síndromes minimais...
Estudo de caso... #soumapessoanormalentendeanormal...
Mapas conceituais... Operadores do Pensamento (conceito, juízo, raciocínio), Grafo orientado (causa → consequência)...
Ferramentas de análise Estatística... Teste paramétrico, não paramétrico, pareado, não pareado, Regressão, IA...